Trechos do discurso no Ato de apoio de lideranças de 17 partidos no RJ

O presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG), participou, nesta quinta-feira (05/06), de ato de apoio à sua pré-candidatura à Presidência da República, promovido por vários partidos no Rio de Janeiro. Mais de 1.600 lideranças e militantes de 17 legendas compareceram ao encontro, incluindo 60 prefeitos dos 92 municípios fluminenses.

 

Leia abaixo trechos do discurso do senador:

Ato político no RJ

Hoje, os olhos do Brasil estão postos sobre o Rio de Janeiro. Aqui, ao chegar, fiquei surpreendido pela dimensão que tomara esse encontro. Quando começamos muitos a pensar em um entendimento, imaginava que íamos encontrar hoje com algumas das mais expressivas lideranças do Rio de Janeiro. Mas não. Tenho andado muito pelo Brasil, por todos os estados e inúmeras vezes, mas tenho que começar essas minhas palavras de agradecimento e reconhecimento dizendo que hoje acontece o mais importante evento político de toda essa pré-campanha. Acontece pelas mãos dos senhores e das senhoras que aqui estão. Jovens, idosos, lideranças de todas as partes e de vários partidos.

 

Tempo novo 

Se eu tinha alguma dúvida da capacidade que temos de enfrentar essa avassaladora máquina pública usada sem limites por aqueles que se apropriaram do Estado nacional em benefício próprio, essa dúvida hoje está dissipada, porque hoje o Rio de Janeiro através das suas mais expressivas lideranças políticas diz sim a um tempo novo.

 

Herança econômica

Diz sim a um tempo novo, onde a retomada do desenvolvimento seja absolutamente prioritária. A herança que esse governo que está aí nos deixará é a pior do ponto de vista econômico das últimas décadas. Crescimento pífio, inflação alta e a perda crescente de credibilidade do país.

 

Cemitério de obras

Do ponto de vista da gestão, o Brasil, infelizmente, se transformou em um cemitério de obras inacabadas, abandonadas e com sobrepreços por todas as partes.

 

Educação

Todos nós, que buscamos a melhoria dos indicadores sociais nas nossas comunidades, nas nossas cidades, estamos vendo que a educação está no final da fila. Se formos olhar os rankings internacionais, é exatamente o Brasil o lanterna em qualidade em educação na nossa região.

 

Saúde 

Na saúde pública, a falta de generosidade do governo federal fez com que, nesses últimos onze anos, a presença do financiamento público da União caísse em torno de 10% em relação ao quadro que encontraram há dez anos, quando assumiram o governo.

 

Segurança Pública 

Na segurança pública, aí a omissão do governo federal é quase que criminosa, e aqui merece de pronto uma palavra minha de reconhecimento e de cumprimentos ao esforço do governo Sérgio Cabral na busca do enfrentamento da criminalidade.

 

UPPs

E quero reafirmar, pela primeira vez de público, as UPPs serão exemplos a serem levados a todas as regiões metropolitanas do Brasil. Levadas com honra e orgulho, como um exemplo exitoso do governo do estado do Rio de Janeiro. E vamos aprimorá-la. Vamos vencer aqui mesmo no Rio as segundas etapas, além do policiamento, da acessibilidade, vamos levar também o desenvolvimento econômico e social a essas comunidades, pois é ele que trará a paz definitiva a tantos irmãos e irmãs que lá estão vivendo.

 

Caminhos

Dois caminhos ficarão muito claros no momento em que a eleição se avizinhar. Um é a consagração de tudo o que nós estamos assistindo: aparelhamento perverso da máquina pública, razão maior da ineficiência e dos desvios que se avolumam por toda parte.

 

Projeto de país

Mas, do outro lado, vai estar uma proposta em que vamos substituir esse aparelhamento pela meritocracia, pela responsabilidade com os resultados das ações do governo federal, por uma visão de mundo muito mais adequada aos reais interesses do Brasil. Vamos juntos construir uma pauta desenvolvimentista para o Brasil, e vamos olhar com orgulho o futuro que nos espera. Porque, meus amigos e minhas amigas, o problema não é o Brasil. O problema é o governo que hoje toma conta do Brasil, e que abdicou, que abriu mão de ter um projeto transformador de país para se contentar única e exclusivamente em conduzir um projeto de poder.

 

Responsabilidade

Tenho absoluta convicção de que o que nos espera é um momento de extrema responsabilidade, mas as dificuldades serão amainadas, porque todos os momentos em que eu olhar para o lado, para os meus companheiros, eu vou encontrar as mais representativas lideranças do Rio de Janeiro e dizer: Vá em frente, empunha a bandeira da ética e da seriedade porque é isso que o Brasil espera de cada um de nós.

 

Desenvolvimento do Rio

O que quero dizer a cada um de vocês é que caminharei junto, com lealdade e com responsabilidade para com essa terra. O desenvolvimento do Rio de Janeiro é o desenvolvimento do Brasil, e tudo o que se fizer pelo Rio de Janeiro, eu estarei fazendo pelo Brasil.

Costumam às vezes me perguntar: mas Aécio, você fala muito no Rio, gosta muito do Rio, vai muito ao Rio. Quero responder de público: se gostar do Rio, se admirar, se respeitar o Rio e os fluminenses for um defeito, é um defeito que no meu coração e na alma aumenta a cada dia, porque o Rio de Janeiro precisa retomar, com maior vigor ainda, o ciclo de crescimento que viveu ao longo dos últimos anos.

 

Valores

Ao final, no momento em que agradeço a este extraordinário ato, que reafirmo o meu compromisso de lealdade absoluta aos valores que Dornelles e eu trazemos do berço, do nosso querido Tancredo Neves, dos compromissos com a coragem para tomas as medidas necessárias para que o Brasil volte a avançar.

Aécio Neves – Trechos do discurso no Ato de apoio de lideranças de 17 partidos no RJ

O presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG), participou, nesta quinta-feira (05/06), de ato de apoio à sua pré-candidatura à Presidência da República, promovido por vários partidos no Rio de Janeiro. Mais de 1.600 lideranças e militantes de 17 legendas compareceram ao encontro, incluindo 60 prefeitos dos 92 municípios fluminenses.

 

Leia abaixo trechos do discurso do senador:

Ato político no RJ

Hoje, os olhos do Brasil estão postos sobre o Rio de Janeiro. Aqui, ao chegar, fiquei surpreendido pela dimensão que tomara esse encontro. Quando começamos muitos a pensar em um entendimento, imaginava que íamos encontrar hoje com algumas das mais expressivas lideranças do Rio de Janeiro. Mas não. Tenho andado muito pelo Brasil, por todos os estados e inúmeras vezes, mas tenho que começar essas minhas palavras de agradecimento e reconhecimento dizendo que hoje acontece o mais importante evento político de toda essa pré-campanha. Acontece pelas mãos dos senhores e das senhoras que aqui estão. Jovens, idosos, lideranças de todas as partes e de vários partidos.

 

Tempo novo 

Se eu tinha alguma dúvida da capacidade que temos de enfrentar essa avassaladora máquina pública usada sem limites por aqueles que se apropriaram do Estado nacional em benefício próprio, essa dúvida hoje está dissipada, porque hoje o Rio de Janeiro através das suas mais expressivas lideranças políticas diz sim a um tempo novo.

 

Herança econômica

Diz sim a um tempo novo, onde a retomada do desenvolvimento seja absolutamente prioritária. A herança que esse governo que está aí nos deixará é a pior do ponto de vista econômico das últimas décadas. Crescimento pífio, inflação alta e a perda crescente de credibilidade do país.

 

Cemitério de obras

Do ponto de vista da gestão, o Brasil, infelizmente, se transformou em um cemitério de obras inacabadas, abandonadas e com sobrepreços por todas as partes.

 

Educação

Todos nós, que buscamos a melhoria dos indicadores sociais nas nossas comunidades, nas nossas cidades, estamos vendo que a educação está no final da fila. Se formos olhar os rankings internacionais, é exatamente o Brasil o lanterna em qualidade em educação na nossa região.

 

Saúde 

Na saúde pública, a falta de generosidade do governo federal fez com que, nesses últimos onze anos, a presença do financiamento público da União caísse em torno de 10% em relação ao quadro que encontraram há dez anos, quando assumiram o governo.

 

Segurança Pública 

Na segurança pública, aí a omissão do governo federal é quase que criminosa, e aqui merece de pronto uma palavra minha de reconhecimento e de cumprimentos ao esforço do governo Sérgio Cabral na busca do enfrentamento da criminalidade.

 

UPPs

E quero reafirmar, pela primeira vez de público, as UPPs serão exemplos a serem levados a todas as regiões metropolitanas do Brasil. Levadas com honra e orgulho, como um exemplo exitoso do governo do estado do Rio de Janeiro. E vamos aprimorá-la. Vamos vencer aqui mesmo no Rio as segundas etapas, além do policiamento, da acessibilidade, vamos levar também o desenvolvimento econômico e social a essas comunidades, pois é ele que trará a paz definitiva a tantos irmãos e irmãs que lá estão vivendo.

 

Caminhos

Dois caminhos ficarão muito claros no momento em que a eleição se avizinhar. Um é a consagração de tudo o que nós estamos assistindo: aparelhamento perverso da máquina pública, razão maior da ineficiência e dos desvios que se avolumam por toda parte.

 

Projeto de país

Mas, do outro lado, vai estar uma proposta em que vamos substituir esse aparelhamento pela meritocracia, pela responsabilidade com os resultados das ações do governo federal, por uma visão de mundo muito mais adequada aos reais interesses do Brasil. Vamos juntos construir uma pauta desenvolvimentista para o Brasil, e vamos olhar com orgulho o futuro que nos espera. Porque, meus amigos e minhas amigas, o problema não é o Brasil. O problema é o governo que hoje toma conta do Brasil, e que abdicou, que abriu mão de ter um projeto transformador de país para se contentar única e exclusivamente em conduzir um projeto de poder.

 

Responsabilidade

Tenho absoluta convicção de que o que nos espera é um momento de extrema responsabilidade, mas as dificuldades serão amainadas, porque todos os momentos em que eu olhar para o lado, para os meus companheiros, eu vou encontrar as mais representativas lideranças do Rio de Janeiro e dizer: Vá em frente, empunha a bandeira da ética e da seriedade porque é isso que o Brasil espera de cada um de nós.

 

Desenvolvimento do Rio

O que quero dizer a cada um de vocês é que caminharei junto, com lealdade e com responsabilidade para com essa terra. O desenvolvimento do Rio de Janeiro é o desenvolvimento do Brasil, e tudo o que se fizer pelo Rio de Janeiro, eu estarei fazendo pelo Brasil.

Costumam às vezes me perguntar: mas Aécio, você fala muito no Rio, gosta muito do Rio, vai muito ao Rio. Quero responder de público: se gostar do Rio, se admirar, se respeitar o Rio e os fluminenses for um defeito, é um defeito que no meu coração e na alma aumenta a cada dia, porque o Rio de Janeiro precisa retomar, com maior vigor ainda, o ciclo de crescimento que viveu ao longo dos últimos anos.

 

Valores

Ao final, no momento em que agradeço a este extraordinário ato, que reafirmo o meu compromisso de lealdade absoluta aos valores que Dornelles e eu trazemos do berço, do nosso querido Tancredo Neves, dos compromissos com a coragem para tomas as medidas necessárias para que o Brasil volte a avançar.

Aécio recebe apoio do PMDB do Rio em encontro com mais de 1,6 mil lideranças do Estado

Em encontro com mais de 1,6 mil lideranças e militantes partidários no Rio de Janeiro, o presidente nacional do PSDB e pré-candidato a presidente da República, senador Aécio Neves (MG), recebeu nesta quinta-feira (05/06) um importante apoio regional para a corrida presidencial de outubro. Durante lançamento do movimento suprapartidário, Aécio foi recebido por 60 dos 92 prefeitos fluminenses, 35 deputados estaduais e mais de 500 vereadores de todo o estado do Rio de Janeiro.

“Fui surpreendido pela dimensão que tomou esse evento. A política brasileira recebe hoje uma lição dos homens públicos do Rio de Janeiro. Se eu tinha alguma dúvida da capacidade que temos de enfrentar essa avassaladora máquina pública, usada sem limites por aqueles que se apropriaram do Estado nacional, essa dúvida está dissipada. Hoje o Rio diz sim a um tempo novo para o Brasil”, afirmou Aécio Neves, em seu discurso.

O movimento conta com o apoio formalizado de nove partidos, mas tem a participação de lideranças de mais oito legendas. Além do PSDB e do PMDB, formalizaram a aliança o PP, PSD, PSL, PTC, PEN, PMN e o Solidariedade.

O presidente do PMDB do Rio de Janeiro, Jorge Picciani, um dos principais articuladores do movimento, destacou a trajetória política de Aécio Neves e ressaltou que o Brasil precisa de mudanças.

“É hora de alternância de poder. O Aécio tem história e histórico. Tem conhecimento do Legislativo e do Executivo. Sua trajetória na vida pública lhe credencia a conduzir a vida nacional e a fazer o Brasil avançar mais”, afirmou o líder do PMDB no Rio.

O ato político também atraiu lideranças regionais do PPS, do PSB e do PDT e contou com a presença do presidente nacional do Solidariedade, Paulinho da Força, do presidente regional do PSDB, Luiz Paulo Correa da Rocha, e do presidente do PSD no Rio, Índio da Costa. Também participaram os deputados federais do PSDB Otávio Leite, Andrea Zito e César Colnago e o senador Francisco Dornelles (PP).
UPPs
O presidente nacional do PSDB aproveitou o evento para apontar falhas do governo federal na segurança pública, lembrando que a União é responsável por apenas 13% de todos os investimentos feitos no país no combate à criminalidade.

Aécio elogiou as UPPs, criadas no governo do PMDB no Rio e defendeu a expansão e o aprimoramento do programa.

“O esforço do governador Sérgio Cabral na luta contra a criminalidade merece nosso reconhecimento. Quero afirmar que as UPPs serão exemplos a ser levadas para todas as regiões metropolitanas do Brasil. Vamos aprimorá-las. Além do policiamento, vamos levar desenvolvimento econômico e social às comunidades, porque é ele que levará a paz definitiva”, ressaltou o presidenciável.

Aécio também voltou a criticar o governo da presidente Dilma pelas falhas na economia e na gestão de obras de infraestrutura.

“A herança que o atual governo nos deixará é a pior do ponto de vista econômico das últimas décadas, com crescimento pífio, inflação alta e perda da credibilidade do país. Do ponto de vista da gestão, o Brasil se transformou num grande cemitério de obras inacabadas, com sobrepreço para todos os lados”, criticou o pré-candidato do PSDB.

Aécio Neves – Entrevista sobre o Ato Político no Rio de Janeiro

O presidente nacional do PSDB e pré-candidato à Presidência da República, senador Aécio Neves, concedeu entrevista, nesta quinta-feira (05/06), no Rio de Janeiro (RJ). Aécio Neves comentou sobre o ato político, que participou, de apoio à sua pré-candidatura à Presidência da República, promovido por vários partidos no Rio de Janeiro.

 

Leia a transcrição da entrevista do senador:

Sobre ato político no Rio de Janeiro.

Quero dizer que estou imensamente feliz de ter participado hoje do maior evento que o Rio de Janeiro fez nessa pré-campanha eleitoral. Aqui hoje estão se encontrando forças políticas de várias matizes, de várias regiões do estado, se unindo em torno, em primeiro lugar, do fortalecimento econômico e do desenvolvimento social do Rio de Janeiro e, acima de tudo, de um novo ciclo de governo no Brasil, onde ética e eficiência possam caminhar juntas. Recebo essa manifestação como uma das mais eloqüentes manifestações de mudança que tenho visto por todo o Brasil. O Rio de Janeiro, com qual tenho enorme familiaridade, vivi muitos anos da minha vida no Rio de Janeiro, minha filha nasceu no Rio de Janeiro… Isso para mim, portanto, tem um significado do ponto de vista pessoal também muito grande.

Mas o que vejo é que várias forças políticas compreenderam que, se pudermos ter um belo resultado no Rio de Janeiro, podemos botar fim a esse ciclo de governo que está colocando em risco as principais conquistas que nos trouxeram até aqui ao longo desses últimos anos, como a estabilidade da moeda, a credibilidade internacional do Brasil e, mais do que tudo, os avanços sociais que viemos conquistando ao longo dos anos. tudo isso está sendo colocado em risco por um governo que, para se manter no poder, abandonou um projeto de país.

Hoje, os caminhos que se apresentam são muito claros. O da continuidade fará muito, mas muito mal mesmo ao Brasil. E o da mudança, que espero poder encarnar, é do início de um novo e virtuoso ciclo de desenvolvimento no Brasil.Quero dizer que estamos prestes a comemorar, nós, brasileiros, de todos os partidos ou sem partidos, duas grandes vitórias: vamos torcer para que o Brasil vença a Copa do Mundo e vamos trabalhar para que o Brasil vença também, derrotando o PT nas próximas eleições e elegendo um governo honrado, digno e, sobretudo eficiente.

 

É praticamente um lançamento de pré-campanha aqui?

Acho que sim. Mais do que isso. Acho que é uma demonstração de apoio e solidez à nossa pré-candidatura que se transforma, a partir de agora, em uma candidatura suprapartidária. A minha candidatura será a candidatura do Rio de Janeiro. A candidatura dos melhores valores do Rio, do desenvolvimento econômico do Rio, dos avanços sociais do Rio de Janeiro. Minha candidatura não tem a marca do partido A ou B, tem a marca dos brasileiros, cariocas e fluminenses honrados, que estão indignados com tudo isso que está acontecendo no Brasil. Fico muito honrado de poder estar recebendo hoje apoios tão importantes, tão expressivos e de regiões tão diversas do estado, o que me dá uma grande confiança de que poderemos vencer as eleições no Rio de Janeiro. Isso facilitará e muito a nossa vitória no Brasil.

 

Sobre apoio formal do PSDB ao pré-candidato Pezão. 

O meu partido está discutindo isso e dirá nos próximos com o Democratas, com o PPS, com os quais temos aliança proporcional já fixada. E vamos definir de que forma o PSDB formalmente participará da campanha. Eu, pessoalmente, estou extremamente honrado de ser candidato dos melhores sentimentos dos fluminenses, dos cariocas, dos melhores sentimentos do Rio de Janeiro. E no Rio de Janeiro vamos vencer. Vencendo no Rio, vamos vencer no Brasil.

 

Sobre o governador do Rio.

Pezão é meu amigo de muitos anos. Pezão é um governador honrado e tem todas as condições de vencer as eleições. Estar ao seu lado recebendo o apoio de forças políticas que o apoiam para mim é uma honra.

 

Sobre ações do governo federal em segurança pública já que é uma atribuição estadual.

Você acha que o governo federal não pode participar da política nacional de segurança? Ao contrário. O que falta ao Brasil hoje é uma política nacional de segurança. O governo federal gasta apenas 13% de tudo que se investe em segurança pública no Brasil, 87% são dos municípios. Queremos uma política nacional de segurança, onde o Fundo Penitenciário e o Fundo Nacional de Segurança Pública sejam impedidos de ser contingenciados, para que possamos fazer um planejamento com estados e municípios.

Fui governador por oito anos e senti quanta falta faz ao país uma política nacional de segurança, uma garantia para os estados e municípios de transferências mensais de recursos. Grande parte dos recursos de segurança pública tem sido contingenciados ao longo desses últimos anos. Para citar um exemplo, apenas o Fundo Penitenciário, do que foi aprovado ao longo dos últimos três anos no governo da presidente Dilma, apenas 10,5% foram executados. Do Fundo Nacional de Segurança Pública, apenas 35%.

No momento em que formos aplicar, implementar com inteligência, com planejamento, todos os recursos aprovados no orçamento da União, vai haver espaço para parcerias com estados e municípios para levarmos sim experiências vitoriosas, como essa do Rio de Janeiro, (as UPPS) que, obviamente, precisará e terá sempre aprimoramentos, a outras regiões metropolitanas de todo o Brasil.

 

Jorge Picciani é pé quente? 

Pé quente e foi o grande responsável por essa organização aqui.

PTN, PMN, PTC e PTdoB anunciam apoio à pré-candidatura de Aécio Neves

O pré-candidato do PSDB à Presidência da República, senador Aécio Neves (MG), recebeu o apoio de mais quatro legendas: PTN, PMN, PTC e PTdoB. A adesão dos novos aliados foi confirmada, nesta quarta-feira (04/06), durante encontro em Brasília.

“São apoios que estão vindo com naturalidade, de pessoas que estão compreendendo com a nossa candidatura pode efetivamente significar a mudança verdadeira e corajosa que o Brasil precisa viver”, afirmou o senador.

O anúncio foi feito pelos presidentes do Partido da Mobilização Nacional (PMN), Telma Ribeiro, do Partido Trabalhista do Brasil (PTdoB), Luis Tibé, do Partido Trabalhista Cristão (PTC), Daniel Tourinho, e do Partido Trabalhista Nacional (PTN), Renata Abreu. Também participaram do encontro lideranças tucanas e das quatro legendas.

Aécio Neves destacou que os apoios que o PSDB vem recebendo têm como base as propostas apresentadas pelos tucanos para o país, o que não tem ocorrido com o PT.

“Eu vejo um esforço enorme da Presidência da República, distribuindo espaços de poder a rodo como jamais se fez antes da história do Brasil, em contrapartida de alguns segundos na propaganda eleitoral. Faz isso distribuindo diretorias de bancos, ministérios públicos, sem qualquer constrangimento. Acho até que a presidente levará alguns segundos de alguns desses partidos, mas não levará a alma, o coração e a consciência daqueles, que mesmo nesses partidos, sabem que o Brasil precisa viver um processo rápido de mudança”, disse Aécio.

A presidente do PMN, Telma Ribeiro, afirmou que a aliança do partido com o PSDB representa “a busca por um país com mais oportunidades e novos rumos para o Brasil”. O deputado federal Carlos Alberto (PMN) lamentou a situação do país. “Eu nunca vi o Estado brasileiro em tão más condições como está hoje. Vamos trabalhar para reverter esse quadro.”

Aécio Neves – Entrevista sobre os apoios partidários

O presidente nacional do PSDB e pré-candidato à Presidência da República, senador Aécio Neves, concedeu entrevista, nesta quarta-feira (04/06), em Brasília (DF). Aécio Neves falou sobre o anúncio de apoio de partidos à sua pré-candidatura.

 

Leia a entrevista do senador:

Sobre apoios à pré-candidatura.

Estamos em um momento agora em que se se iniciam as convenções, a partir do dia 10, e é natural que as definições de vários partidos comecem a acontecer. Estou imensamente feliz de poder receber aqui o apoio de alguns outros partidos que se somam a nós nessa caminhada para restabelecer a ética e a eficiência na gestão pública. Recebemos agora o apoio formal do PMN, um partido que já teve uma proximidade conosco em outras eleições e agora se firma ao nosso lado. Estaremos ainda recebendo hoje apoios do PT do B, do PTC e do PTN, partido que também vêm engrossar as fileiras do PSDB e dos partidos que já declararam apoio à nossa caminhada. Fico imensamente feliz de ver que esses apoios estão vindo com muita naturalidade. São pessoas que estão compreendendo que a nossa candidatura pode efetivamente significar a mudança verdadeira e corajosa que o Brasil precisa viver. Vamos aguardar ainda, nas próximas semanas, porque outras novidades podem vir.

 

Sobre ato político no Rio amanhã.

Receberemos o apoio de vários partidos, alguns dos maiores partidos do estado do Rio de Janeiro, que já têm compromisso com a candidatura do atual governador Pezão, mas que se manifestam a favor da nossa candidatura. É um ato com a minha presença apenas e que contará com a participação dos presidentes desses partidos. Presidentes como Jorge Picciani, do PMDB, Francisco Dornelles, do PP, presidente do PSD, Índio da Costa, o deputado Áureo e o presidente Paulinho, do Solidariedade. Outros partidos poderão estar presentes, inclusive o PMN, provavelmente o PTB.

Há uma construção em torno da nossa candidatura, que vem acontecendo com absoluta naturalidade. Isso realmente faz com que as expectativas sejam cada vez melhores ao lado da responsabilidade. Tenho muita confiança em que a nossa proposta da mudança segura e verdadeira que o Brasil precisa viver será vitoriosa para o bem do Brasil.

 

Essa construção vai se repetir em outras regiões?

As realidades locais, a verdade é essa, na política brasileira, com um quadro partidário tão plural como o que temos, em muitos casos se sobrepõem às alianças nacionais. Vou repetir o que disse já uma vez. Vejo um esforço enorme da presidência da República distribuindo espaços de poder a rodo como jamais se fez antes da história do Brasil, em contrapartida de alguns segundos na propaganda eleitoral. Faz isso distribuindo diretorias de bancos, ministérios, cargos públicos, sem qualquer constrangimento. Acho até que a presidente levará alguns segundos de alguns desses partidos, mas não levará a alma, o coração e a consciência daqueles que, mesmo nesses partidos, sabem que o Brasil precisa viver um processo rápido de mudança. A presidente ficará com os tempos de televisão. Nós ficaremos com o trabalho, delegação e com o esforço de homens públicos, que não querem que o Brasil seja governado da forma que está sendo nos últimos anos.

 

Sobre a participação desses partidos num futuro governo.

Não discutimos isso, sequer com o meu partido. O governo que defendo será um governo de quadros, de quadros independentes de partidos políticos. Um bom exemplo é Minas Gerais, onde governei buscando as melhores figuras em todas as áreas independentemente de terem filiação partidária. Espero que esses partidos possam participar da eleição e do nosso esforço de governar o Brasil, como governamos Minas Gerais, nos dando apoio – um apoio a favor de projetos. A amálgama do nosso governo, de forma absolutamente diferente desse que reúne a base de sustentação do governo, será um projeto de país. Esse projeto vai ficar claríssimo durante os debates eleitorais.

 

Sobre avaliação do marqueteiro João Santana sobre queda de confiança do eleitor no governo do PT.

Concordo com o marqueteiro-mor do governo João Santana. A coisa está realmente feia para o governo, mas deveria ter percebido isso lá atrás, quando aparelharam de forma irresponsável a máquina pública, desqualificando a gestão pública, permitindo que os maus feitos pudessem avançar por todas as áreas do governo, em especial pelas nossas empresas públicas, como acontece com a Petrobras. O governo vem se equivocando em cada medida autoritária que toma, a cada intervenção que faz em setores da economia, que deveriam ter liberdade para crescer e se desenvolver. O que percebo por onde ando, e aqui mesmo nessas reuniões no Congresso Nacional, é apenas um sentimento. O sentimento que já deu, ninguém aguenta mais o que está existindo no Brasil. E nós seremos a alternativa responsável, com experiência, com quadros e corajosa para fazer as mudanças que o Brasil espera.

 

Sobre candidato a vice.

Estou avaliando o momento adequado para essa decisão. Pensei, realmente, em fazer isso antes da convenção do dia 14, mas o prazo legal que tenho é até o dia 30 de junho. Em função da instabilidade que estamos vendo hoje no quadro de apoio do próprio governo, vou definir até o início da semana que vem o momento dessa decisão. Tanto pode ser até o dia 14, como pode estender por mais duas semanas. Vou fazer o que for mais adequado para nós termos uma visão panorâmica, mais geral do quadro de aliança. Acredito que nossa aliança pode se fortalecer daqui até o final do mês de junho.