Biografia

2021

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Aécio é indicado relator na Câmara do Projeto de Lei 12/21, do Senado, que trata da licença compulsória de patentes de vacinas e insumos no combate a pandemias. O projeto regula os direitos de propriedade estabelecidos na Lei 9.279 e prevê a licença compulsória para produção industrial de imunizantes e insumos necessários ao enfrentamento de emergências sanitárias.
Foto: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados

 

Foto2MapaSudene

Aprovada pelo Senado a inclusão de 78 municípios mineiros na Sudene. Em 2018, como senador, Aécio relatou PLC 148/17, incluindo na Área da Sudene esses municípios localizados nos Vales do Rio Doce e do Mucuri, todos eles com índices de desenvolvimento econômico e social semelhantes aos do Semiárido brasileiro.

 

Foto3A

Como presidente da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados, Aécio ampliou o diálogo com representantes de diversas nações para garantir o fornecimento de vacinas contra a
Covid- 19 aos brasileiros.

Em reunião online, Aécio solicitou ao presidente da OMS, Tedros Adhanon, a revisão do cronograma de entrega de vacinas ao Brasil estabelecidas pelo Consórcio Covax Facility. Também reuniu-se com o embaixador da China, Yang Wanming, assegurando envio sem atrasos de insumos para vacinas no Brasil.

 

Foto3B

Aécio presidiu reunião da Comissão Geral da Câmara dos Deputados destinada a debater a suspensão
de patentes dos imunizantes de combate à COVID.
Foto: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados

Como presidente da CREDN, Aécio participou do Fórum sobre Agenda Global do Clima e da Defesa, no qual
afirmou que a relação do Brasil com o mundo depende de mudança na política ambiental.

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Aécio apresentou projeto de lei propondo licença compulsória de imunizantes, medicamentos, ingredientes farmacêuticos ativos (IFA) e outros insumos, bem como de qualquer tecnologia, que possam ser utilizados no combate a agentes causadores de surtos durante períodos de estado de emergência em saúde.

O PL 1247/2021 prevê a licença de uso em caráter provisório enquanto perdurar o estado de emergência.
Foto: Michel Jesus

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Aécio é eleito novo presidente da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional, uma das comissões mais relevantes no Congresso Nacional. Membro da CREDN desde 2019, Aécio reafirmou seu esforço em ampliar parcerias e a cooperação entre o Brasil e as diversas regiões do mundo.
Foto: Alexssandro Loyola

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2020

Foto1_AlexLoyola

Aécio apresenta projeto de lei com restrições a quem não se vacinar contra Covid-19. PL 5040/2020 determina as mesmas restrições a que estão sujeitos aqueles que não votam nas eleições, estabelecidas no artigo 7º, parágrafo 1º, nos incisos I a VII, do Código Eleitoral.

Foto: Alexssandro Loyola

Congresso Nacional aprova conjunto de medidas para diminuir os prejuízos causados aos brasileiros pela pandemia da Covid-19.

Aécio vota pela aprovação do auxílio emergencial a estados e municípios para recompor as perdas com a arrecadação de impostos durante a pandemia do coronavírus.

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Pela primeira vez os municípios brasileiros receberam liberações de recursos feitas diretamente pelo Tesouro Nacional. As transferências diretas aos municípios de recursos do Orçamento Federal cumprem a Emenda Constitucional 105, aprovada e promulgada em 2019 (foto). Conhecida como PEC dos Municípios, a proposta foi relatada por Aécio Neves na Câmara dos Deputados e atendeu a uma reinvindicação histórica com o reconhecimento da autonomia financeira dos estados e dos municípios.

Foto: Alexssandro Loyola

Aécio vota pela desoneração da folha de pagamentos de 17 setores da economia com o objetivo de garantir mais a manutenção de empregos a milhões de trabalhadores brasileiros

Aécio Neves destaca os 10 anos da Cidade Administrativa e do Circuito Cultural Praça da Liberdade

Prédios Minas e Gerais - Cidade Administrativa Presidente Tancredo Neves - Foto: Carlos Alberto/Secom
Prédios Minas e Gerais – Cidade Administrativa Presidente Tancredo Neves – Foto: Carlos Alberto/Secom
Circuito Cultural Praça da Liberdade - CCBB - Centro Cultural Banco do Brasil - Foto: Lúcia Sebe
Circuito Cultural Praça da Liberdade – CCBB – Centro Cultural Banco do Brasil – Foto: Lúcia Sebe

 

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2019

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Ao assumir o mandato na Câmara dos Deputados, Aécio Neves atuou firmemente em defesa das vítimas de Brumadinho, tragédia que chocou o país logo no início do ano com a morte de 270 pessoas.

O deputado apresentou emendas à MP 875 para auxiliar as famílias das vítimas do rompimento da barragem do Córrego do Feijão, garantindo aos atingidos, entre outros benefícios, isenção no pagamento de contas de luz no período de seis meses.

Aécio apresentou também Projeto de Lei 2958/2019 que antecipa o pagamento de pensão a familiares dependentes de vítimas desaparecidas, mas consideradas com morte presumida em casos de desastres de grandes proporções.

Aécio ainda votou a favor da emenda que aumentou o valor para um salário mínimo e ampliou para 12 meses o Auxílio Emergencial a vítimas da tragédia em Brumadinho.

Foto: Corpo de Bombeiros de Minas Gerais

 

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Aécio é eleito membro titular da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados.

 

Foto3

Durante os debates sobre a Reforma da Previdência, Aécio defende uma previdência sem privilégios com o objetivo de diminuir as desigualdades sociais no país.

Foto: Alexssandro Loyola

 

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Aécio reiterou seu compromisso na defesa da pauta municipalista em importantes debates ocorridos ao longo de 2019.

Durante Encontro de Prefeitos Mineiros com a Bancada Parlamentar em Brasília, defendeu as reivindicações dos prefeitos junto ao Congresso Nacional, como o repasse das perdas com a Lei Kandir.

Aécio apresentou projeto de lei que impede a União de bloquear a totalidade dos recursos do FPM em razão das dívidas previdenciárias dos municípios.

 

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Aécio foi relator da PEC 48, a PEC dos Municípios, que garantiu a transferência direta a estados e municípios de parte dos recursos das emendas feitas ao Orçamento da União.

Uma grande mobilização foi realizada em Minas Gerais em favor da PEC dos Municípios. O deputado reuniu-se em Belo Horizonte com 100 prefeitos e lideranças mineiras para discutir as mudanças propostas no relatório que preparava, entre elas, mais rigor e qualidade na aplicação dos recursos públicos. A PEC dos Municípios foi aprovada sem mudanças pelo Senado e sancionada pelo presidente do Congresso Nacional como Emenda Constitucional 105.

Foto: Hugo Cordeiro

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2018

Foto1

O senador Aécio Neves reuniu-se com o ministro da Saúde, Ricardo Barros, para discutir medidas de controle do novo surto de febre amarela em Minas Gerais e avaliar o apoio a municípios com casos confirmados da doença.

Foto: George Gianni

 

Foto2- Foto Gerdan Wesley

Aécio Neves relatou na CCJ do Senado o Projeto de Lei 148/2017 que inclui 81 municípios de Minas Gerais e do Espírito Santo na área de atuação da Sudene. O órgão já atende a 161 municípios mineiros, todos eles com problemas sociais semelhantes àqueles vividos na área da Sudene: baixo IDH em virtude das condições climáticas do Semiárido.

Foto: Gerdan Wesley

 

Foto3 - Gerdan Wesley

Aécio destacou a aprovação do Projeto de Lei Complementar 315/2009 que aumenta de 45% para 65% o percentual de participação dos municípios na repartição da compensação financeira paga aos municípios afetados pela construção de usinas hidrelétricas.

Foto: Gerdan Wesley

 

Foto4Em discurso no plenário do Senado, Aécio Neves defendeu a retomada da normalidade das atividades no país, em razão da paralisação dos caminhoneiros que durante 10 dias bloquearam rodovias em todo o país.

Foto: Gerdan Wesley

 

Aécio é eleito para o nono mandato como deputado federal por Minas Gerais, retornando à Câmara dos Deputados, Casa que presidiu entre 2001 e 2002.

 

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Aprovado projeto Projeto de Lei 283/2016, de autoria de Aécio Neves, que cria dispositivos para inibir a prática de cartel, aumentando multas e ressarcimentos pagos pelas empresas aos consumidores prejudicados, podendo chegar o valor em dobro do prejuízo sofrido.

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2017

Aécio Neves aprovou junto ao governo federal, nos anos de 2015 e 2016, a liberação de R$ 25 milhões em investimentos diretos nos municípios mineiros. Os recursos foram destinados à área da saúde, transporte escolar e obras de infraestrutura urbana.

Foto-01

O senador Aécio Neves liderou mobilização junto ao Governo Federal para ajudar municípios mineiros afetados por um surto de febre amarela. A articulação de Aécio resultou na liberação de R$ 40 milhões pelo Ministério da Saúde para assistência a pacientes e combate à doença em Minas.

Foto: George Gianni

 

Foto-02

A bancada de senadores mineiros defendeu junto ao Governo Federal a retomada dos investimentos federais no Estado com o objetivo de alavancar o desenvolvimento, gerar empregos e recolocar Minas no mapa dos investimentos públicos. Na pauta da reunião com o presidente Michel Temer, obras importantes como a BR-381, o metrô de BH, as barragens do Norte do Estado e a garantia de ressarcimento financeiro estabelecido pela Lei Kandir.

Foto: Marcos Corrêa/PR

 

Foto-03

O Senado Federal aprovou a PEC 10/2013 que extingue o foro especial por prerrogativa de função para autoridades federais, mais conhecido como foro privilegiado.

Foto: George Gianni

 

Foto-04

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal aprovou, por unanimidade, o projeto de lei (PLS) 219/2013, de autoria do senador Aécio Neves, que aumenta a punição para criminosos que exploram menores de 18 anos de idade na prática de crimes.

Foto: George Gianni

 

Foto-05

O Congresso Nacional aprovou a PEC 77 com novas regras para as eleições no país. A proposta de reforma política, de autoria dos senadores Aécio e Ricardo Ferraço, acabou com as coligações proporcionais para deputados e vereadores e criou a cláusula de desempenho para regular o acesso dos partidos ao fundo partidário e ao tempo de TV de acordo com o resultado nas urnas.

Foto: George Gianni

 

Foto-06

Aécio Neves relatou a Medida Provisória que aumenta o valor dos royalties de minério. A MP corrige as alíquotas da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Mineiras (CFEM), bandeira histórica defendida por Aécio Neves, desde que assumiu o governo de Minas Gerais, em 2003. Aécio e parlamentares representantes de estados mineradores reuniram-se com o presidente Michel Temer para defender a sanção sem vetos dos projetos de lei de conversão das MPs da mineração

Foto: Presidência da República

 

Foto-07

Aécio reuniu-se com prefeitos de municípios mineiros atingidos pelas chuvas. No encontro, o presidente da República anunciou liberação de recursos para obras emergenciais.

Foto: Presidência da República

 

Foto-08

O senador Aécio Neves votou pela manutenção das medidas aprovadas pelo Congresso Nacional para o Programa de Financiamento Preferencial às Instituições Filantrópicas e Sem Fins Lucrativos, também conhecido como Pró-Santas Casas.

Foto: Senado Federal

 

Pelo sétimo ano consecutivo, Aécio Neves é destaque como um dos parlamentares mais influentes e atuantes em defesa dos interesses do país. O senador faz parte dos “Cabeças do Congresso” em 2017, apontados pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap).

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2016

O Senado Federal aprova, em segundo turno, a PEC 36, de autoria dos senadores Aécio Neves e Ricardo Ferraço, que, com a criação de uma cláusula de desempenho, limita o acesso dos partidos aos recursos do Fundo Partidário e ao tempo de propaganda na TV e rádio. A PEC também acaba com as coligações para vereador e deputado estadual e federal.

Foto: George Gianni

Aécio Neves na Aprovação da PEC da Reforma Política no Senado

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2016

Vota pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Foto: George Gianni

Aécio Neves na sessão de jugamento do impeachment

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2016

Integra a lista dos “Cabeças do Congresso”, organizada pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamenta (Diap), pelo sexto ano consecutivo.

Foto: George Gianni

Aécio Neves em Coletiva de Imprensa

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2016

Aécio Neves entrega aos presidentes da Câmara, Rodrigo Maia e do Senado, Renan Calheiros, a Proposta de Emenda à Constituição, de autoria também do senador Ricardo Ferraço, que possibilita o fim das coligações proporcionais e o restabelecimento da cláusula de barreira. 

Foto: George Gianni

Aécio Neves com os presidentes da Câmara e do Senado

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2016

O Senado aprova projeto de lei de Aécio Neves que proíbe doação financeira de funcionários públicos com cargos comissionados e funções de confiança a partidos ou candidatos, no período eleitoral.

Foto: George Gianni

Aécio Neves Plenário do Senado

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2016

Recebe o líder da oposição venezuelana, Henrique Capriles. Aécio Neves defende o restabelecimento da democracia em toda a América Latina.

Foto: George Gianni

Aécio Neves com Henrique Capriles

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2016

O Senado aprova projeto de lei do senador Aécio Neves que assegura o pagamento de licença-maternidade e de salário-maternidade ao marido, companheiro ou companheira de mãe falecida não segurada pela Previdência Social.

Foto: George Gianni

Aécio Neves em Entrevista Coletiva

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2016

Apresenta ao presidente interino Michel Temer a Carta de Princípios e Valores para um novo Brasil, uma síntese do que o PSDB pensa para um governo de emergência nacional. O documento reúne questões relacionadas à reforma política, à área econômica e social.

Foto: George Gianni

Aécio Neves com os presidentes da Câmara e do Senado

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2016

Vota a favor do afastamento da presidente Dilma Rousseff

Foto: George Gianni

Aécio Neves - Afastamento da presidente Dilma Rousseff

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2015

Congresso aprova emenda de Aécio que impede governo federal de bloquear recursos da área de segurança, destinados ao combate ao crime organizado e à gestão de presídios.

Foto: George Gianni

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2015

Congresso aprova emenda de Aécio Neves que garante reajuste do Bolsa Família pelo índice oficial de inflação.

Foto: George Gianni

19

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2015

Aécio apresentou o Projeto de Lei 555 que profissionalizará a gestão das empresas estatais. A proposta está em tramitação no Senado.

Foto: George Gianni

8

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2015

Aécio Neves apresentou a PEC 99, que ampliará a Licença Maternidade para mães de bebês prematuros. A PEC acrescenta o tempo de internação do recém-nascido ao prazo de 120 dias da Licença Maternidade, previstos na Legislação atual.

Foto: George Gianni

15

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2015

Aécio Neves alertou sobre a crise social, econômica, política e moral do governo do PT e manifestou o apoio do PSDB ao impeachment da presidente da república.

Foto: George Gianni

17

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2015

Aécio visitou famílias atingidas por rompimento de barragem em Mariana e cobrou medidas efetivas do governo federal para minimizar as consequências gravíssimas da tragédia.

Foto: Emmanuel Pinheiro

14

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2015

Aécio apresentou projeto de emenda constitucional que cria um processo seletivo para nomeação de cargos comissionados e estabelece limites para a criação desses cargos em todos os poderes da União, dos Estados e Municípios.

Foto: George Gianni

13

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2015

Aécio apresentou projeto de lei que proíbe a doação financeira feita a partidos políticos por ocupantes de cargos comissionados nos governo federal, estadual e municipal.

Foto: George Gianni

12

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2015

Aécio foi radicalmente contra a volta da cobrança da CPMF ou de qualquer outro imposto para cobrir o déficit do orçamento, pois os trabalhadores não podem mais ser penalizados.

Foto: George Gianni

11

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2015

Aécio Neves participou da manifestação contra a corrupção e as mentiras do governo federal, na Praça da Liberdade, em Belo Horizonte.

Foto: Hugo Cordeiro

16

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2015

Aécio é reeleito presidente do PSDB, em convenção nacional, recebendo 99,34% dos votos.

Foto: Orlando Brito

10

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2015

Aécio apresentou um projeto de lei que obriga que os governantes tenham transparência e verdade nas propagandas oficiais, divulguem gastos com cada campanha publicitária e sejam punidos em casos de divulgação de informações falsas.

Foto: George Gianni

9

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2015

Aécio compôs comitiva de senadores brasileiros em visita a Caracas para reafirmar apoio a presos políticos, mas todos foram recebidos com hostilidade por apoiadores do regime de Nicolás Maduro.

Foto: Fabiola Ferrero

6

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2010 a 2015

Como parlamentar, tem defendido, de forma especial: a elaboração de um novo pacto federativo; o fortalecimento da ação parlamentar,
com a restrição ao uso das medidas provisórias; a redução de impostos; a ampliação dos direitos dos trabalhadores;
o direcionamento de 10% da receita do governo federal para a área de saúde; a mudança no cálculo usado para pagamento
dos royalties da mineração; a transformação do Bolsa Família em um programa de Estado;
a Reforma Política e Tributária; o combate à corrupção.

Foto: George Gianni

Aécio Neves Senado Federal

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2015

No Congresso Federal, Aécio Neves defendeu a reforma política, o fim da reeleição, a impressão do registro do voto para conferência na urna eletrônica e regras mais rígidas para trocas partidárias.

Foto: George Gianni

2

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2015

Aécio defendeu a votação de um novo indexador da dívida de Estados e Municípios com a União.

Foto: George Gianni

7

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2015

No Seminário Internacional sobre a América Latina, em Lima, no Peru, Aécio Neves cobrou o engajamento dos governos dos países latinos na defesa da democracia e da liberdade de ativistas políticos presos.


Foto: Cecilia Larrabure

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2015

Aécio Neves defendeu a instalação da CPI da Petrobras.

Foto: George Gianni

3

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2015

Aécio se manifesta contra a escalada antidemocrática do regime de Nicolás Maduro, na Venezuela, e critica o silêncio do governo Dilma.

Foto: George Gianni

5

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2015

A presidente Dilma vetou emenda aprovada de Aécio que daria transparência à dívida do Tesouro junto aos bancos públicos, ao BNDES e ao FGTS.

Foto: George Gianni

1

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2014

Aécio Neves faz um discurso indignado, no Congresso, contra a aprovação do PLN 36
que modificou a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e permitiu à presidente Dilma Rousseff
burlar a meta fiscal estabelecida para o ano de 2014.

Foto: George Gianni

Aécio Neves no Senado Federal

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2014

Aécio Neves recebe 51.041.155 votos nas eleições.
É derrotado no segundo turno, na disputa presidencial mais acirrada da história do Brasil.

Foto: Orlando Brito

eleições

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2014

Aécio Neves chega ao segundo turno da eleição presidencial com mais de 34 milhões de votos.

Foto: Marcos Fernandes

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2014

Com 99,11% dos votos, Aécio Neves é oficializado candidato a presidente da República pelo PSDB,
em convenção nacional realizada em São Paulo.

Foto: Orlando Brito – Aécio Neves ao lado de sua mãe, Inês Maria, e de sua filha, Gabriela.

Aécio Neves Presidência do PSDB

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2014

Nascem os filhos gêmeos, Julia e Bernardo, do casal Aécio Neves e Letícia Weber.

gêmeos

 

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2014

Aécio Neves é o nome apresentado pelo PSDB como pré-candidato à presidência da República.

Foto: Orlando Brito

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2013

Aécio Neves é eleito Presidente Nacional do PSDB, com mais de 97% dos votos.

Mais de 6000 pessoas participaram da Convenção Nacional, entre lideranças, parlamentares e militantes.

Foto: Luiz Paulo

Aécio Neves Convenção PSDB

 

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2010

Aécio é eleito senador por Minas Gerais, recebendo 7.565.377 votos.
Seu companheiro de chapa, Itamar Franco, fica em segundo lugar.

Foto: Marcus Desimoni

aecio e itamar

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2010

Aécio Neves inaugura a Cidade Administrativa Tancredo Neves,
a nova sede do Governo de Minas, projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer.

Foto: Eugênio Sávio – Aécio ao lado de Itamar Franco, José Alencar e José Serra.

cidade administrativa

 

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2010

O governo de Aécio atinge um índice superior a 90% de aprovação, de acordo com pesquisa da Vox Populi/Fiemg.

Infográfico: Jornal Estado de Minas – 28 de março de 2010

2010 Infografico

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2008

Aécio Neves recebe a Légion D’honneur, a Legião de Honra da França.

Ela foi entregue pelo ex-presidente Valéry Giscard d’Estaing, representando o então presidente, Nicolas Sarkozy.

Foto: Soraya Ursini / Imprensa MG

Aécio Neves França

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2006

É reeleito em primeiro turno, recebendo a maior votação da história de Minas: cerca de 77% dos votos válidos.

Na foto, Aécio durante a cerimônia de posse, em 1º de janeiro de 2007, no Palácio da Liberdade.

Foto: Carlos Alberto / Imprensa MG

reeleição

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2004

Um ano após ser eleito governador, Aécio Neves anuncia o “déficit zero” nas contas públicas do estado de Minas Gerais,
a partir da adoção de um novo modelo de trabalho, denominado “Choque de Gestão”.
Para obter esse resultado, determina a extinção de cargos, enxuga o tamanho do Estado e corta seu próprio salário.

Foto: Secom – MG

deficit zero

 

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2002

Aécio Neves vence as eleições para governador de Minas Gerais.

Foto: Eugênio Sávio

governador

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2001 e 2002

É eleito o político mais influente do Congresso segundo pesquisa do Diap.

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2001

Aécio anuncia o início da implantação do Pacote Ético na Câmara dos Deputados

O Pacote Ético possibilita a adoção de uma série de medidas que visam moralizar a atividade parlamentar, como:
a criação do Conselho de Ética, a implantação do Código de Ética e Decoro Parlamentar
e o fim da imunidade parlamentar para crimes comuns.

Foto: Câmara dos Deputados – dezembro de 2001 – Aécio Neves preside a Mesa durante a votação do projeto.

Pacote Ético

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2001

É eleito presidente da Câmara dos Deputados.

Aécio recebeu 283 votos dos 512 deputados presentes. O segundo candidato mais votado teve 117 votos.

Foto: Câmara dos Deputados

presidente da câmara

 

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1998

É eleito, pela quarta vez, deputado federal por Minas Gerais.

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1997 a 2000

Atua como líder do PSDB na Câmara.

Foto: Câmara dos Deputados

Líderança na Câmara

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1995

Eleito presidente do PSDB mineiro.

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1994

Pela terceira vez, é eleito deputado federal por Minas Gerais.

 

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1991

Nasce sua filha, Gabriela

“Ela é o que há de mais vital na minha vida” – Aécio Neves sobre sua filha, Gabriela.

Foto: Arquivo de Família

gabriela

 

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1990

É reeleito deputado federal por Minas Gerais.

Foto: Câmara dos Deputados – Aécio na Mesa Diretora na Câmara.

segundo mandato

 

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1989

Filia-se ao Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB).

Foto: Arquivo Pessoal

filiação

 

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1988

Participa da formulação da Constituição Brasileira, com a apresentação de 46 emendas,
entre as quais destaca-se a que instituiu o direito ao voto para os jovens entre 16 e 18 anos.

Foto: Agência Brasil 

constituição

 

 

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1986

Elege-se deputado federal pelo PMDB, recebendo mais de 236 mil votos.

Essa foi, até então, a maior votação que um deputado federal obteve em Minas Gerais.

Na foto, de autor desconhecido, o primeiro comitê de Aécio Neves, em Belo Horizonte.

deputado federal

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1985

Chefia a delegação brasileira no Congresso Internacional da Juventude, realizado em Moscou, na Rússia.

Foto: Arquivo pessoal – Aécio ao lado de Silvio Tendler

moscou

 

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1985

Após a morte de Tancredo Neves, é nomeado diretor da Caixa Econômica Federal e presidente da Comissão do Ano Internacional da Juventude.

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1985

Aécio Neves é nomeado presidente da Comissão Nacional do Ano Internacional da Juventude.

É o representante do Ministério da Justiça brasileira, nas comemorações da Organização das Nações Unidas (ONU).

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1985

O Brasil se despede de Tancredo Neves.

“O Brasil perdeu a grande oportunidade de ter um presidente da dimensão do Brasil.” – Aécio Neves

Foto: Agência Estado

despedida de Tancredo

 

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1985

Acompanha o presidente eleito, Tancredo Neves em uma série de viagens internacionais
pela Itália, Espanha, Portugal, Estados Unidos, Argentina e Peru, em busca de apoio político para a transição.

Na Itália, eles também são recebidos pelo papa João Paulo II. A viagem presidencial durou 15 dias.

papa

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1984

Aécio Neves forma-se em Economia na Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais.

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1984

Aécio Neves participa do movimento pelas Diretas e da Campanha Presidencial de Tancredo Neves.

Foto: R. Siqueira / Editora Manchete – Tancredo Neves ao lado de artistas e intelectuais, no Rio de Janeiro.

diretasja

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1983

Torna-se secretario particular do governador Tancredo Neves.

 Foto: Arquivo pessoal

secretário

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1982

É convidado pelo avô, Tancredo Neves, a participar da campanha pelo governo de Minas Gerais.

Foto: Sérgio Falci, 1982 – Tancredo Neves durante comício realizado na cidade de Capelinha (MG).

tancredo

 

 

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1971

A família de Aécio Neves muda-se para o Rio de Janeiro para que seu pai pudesse concluir o curso na Escola Superior de Guerra.

Foto: Arquivo de Família

 

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1960

Aécio Neves da Cunha nasce em Belo Horizonte, no dia 10 de março.
Filho de Aécio Cunha e Inês Maria, tem dois avôs que se destacam na política nacional: Tristão da Cunha e Tancredo Neves.

Foto: Arquivo de família 

nascimento

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Aécio Neves da Cunha (PSDB-MG) nasceu em Belo Horizonte, Minas Gerais, em 10 de março de 1960, filho do ex-deputado federal Aécio Ferreira da Cunha e de Inês Maria Neves Faria. Aos 61 anos de idade, tem 35 anos ininterruptos de mandato popular. É economista, formado pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-Minas), em Belo Horizonte, no ano de 1984. Além do pai, Aécio vem de uma família com forte tradição na política, neto do ex-presidente da República Tancredo Neves e do deputado federal Tristão da Cunha.

As urnas sempre conferiram votações consagradoras a Aécio Neves. Para o Governo de Minas, em 2002, foram 5.282.043 votos ou 58% dos votos válidos e a maior votação da história do estado até então, eleito em primeiro turno. Tornou-se o primeiro governador de Minas a vencer no primeiro turno. Na reeleição em 2006, conseguiu 7.482.809 de votos, ou o equivalente a 77,03% dos votos válidos, novamente um recorde. Como candidato a senador por Minas Gerais, atingiu a marca de 7.565.377 votos.

Já na sua primeira disputa eleitoral, em 1986, ele obteve 236.019 votos, o deputado mais votado de Minas Gerais para a Assembleia Nacional Constituinte, que coroou o processo de redemocratização no Brasil. Na eleição de 1998, os mineiros fizeram dele o deputado federal mais votado do PSDB em todo o Brasil e também o deputado reeleito com maior número de votos em Minas Gerais.

Aqui, você vai conhecer os principais aspectos da biografia de Aécio Neves: suas origens familiares, o começo da sua trajetória na juventude e a descrição dos mandatos e cargos que exerceu, como deputado federal, governador de Minas Gerais e senador da República.

 

Tradição na Política

Aécio Neves é originário de uma família com larga tradição na política brasileira, desde o início do século 20. Do lado materno, Aécio é neto de Tancredo Neves (1910-1985), eleito presidente da República em 1985, um dos maiores estadistas da história do Brasil e figura decisiva na redemocratização dos anos 80, quando o país pôs fim a 20 anos de ditadura militar. Tancredo exerceu funções de destaque na República, entre elas a de ministro da Justiça no segundo governo do presidente Getúlio Vargas, primeiro-ministro no regime parlamentarista, durante o período do presidente João Goulart, e governador de Minas, além de deputado federal por vários mandatos e senador.

Do lado paterno, o avô é Tristão Ferreira da Cunha (1890-1974), cuja vida pública remonta a 1916. Ele foi signatário do Manifesto dos Mineiros, de 1943, um dos marcos do movimento que derrubou a ditadura do presidente Getúlio Vargas, na década de 40. Deputado estadual e federal em diversos mandatos, Tristão da Cunha ocupou o cargo de secretário estadual da Agricultura, Indústria, Comércio e Trabalho do governador Juscelino Kubitschek, entre 1951 e 1953.

O pai, o advogado Aécio Cunha (1927-2010), exerceu oito mandatos consecutivos, dois como deputado estadual e seis como federal, entre 1955 e 1987. Defendeu durante mais de 30 anos os interesses do Vale do Mucuri e do Norte de Minas, duas entre as regiões mais pobres do país. Formou-se pela Faculdade Nacional de Direito da Universidade do Brasil, em 1950. Na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, presidiu a Comissão de Finanças, Orçamento e Tomada de Contas e exerceu o cargo de líder do Partido Republicano (PR). Na Câmara dos Deputados, atuou como membro das Comissões de Orçamento, de Fiscalização Financeira e Tomada de Contas, de Minas e Energia e de Ciência e Tecnologia. Sempre acompanhou a trajetória política do filho, a quem ajudou como conselheiro e nas articulações partidárias em Minas Gerais. Aécio Cunha foi casado em segundas núpcias com Sônia Bastos.

Também da família é o senador Francisco Dornelles (PP-RJ), primo de Aécio Neves, que teve cinco mandatos na Câmara dos Deputados, ocupou os ministérios da Fazenda, da Indústria, Comércio e Turismo, do Trabalho e Emprego e foi secretário da Receita Federal.

 

Começo da Caminhada

Os primeiros passos de Aécio Neves na política se deram aos 21 anos de idade, em 1981, quando recebeu convite do avô Tancredo Neves, para participar da campanha dele para o governo de Minas. O Brasil vivia um período de grande efervescência, logo após a Lei da Anistia aos perseguidos pelo regime militar e a realização das primeiras eleições diretas para governador, previstas para o ano seguinte.

Naquele ano, já cursando economia na Pontifícia Universidade Católica (PUC Rio), Aécio transferiu sua matrícula para a PUC Minas, em Belo Horizonte, para poder assessorar o avô. Com Tancredo, Aécio percorreu as diversas regiões do estado, numa memorável e vitoriosa jornada eleitoral. Quando Tancredo tomou posse como governador, foi designado seu secretário particular, nos anos de 1983 e 1984, passando a acompanhar todos os momentos importantes do início da gestão dele à frente do Palácio da Liberdade. Naquela época, presidiu o PMDB Jovem em Minas.

Quando veio o movimento das Diretas Já, em 1983, Aécio esteve presente no palanque dos comícios que encheram as praças das capitais brasileiras. Durante meses, ele conviveu intensamente com os principais líderes da oposição na época, como Ulysses Guimarães, Teotônio Vilela, Franco Montoro, Mário Covas e Leonel Brizola.

Em seguida, participou do movimento que levou Tancredo a ser eleito presidente da República, no Colégio Eleitoral, em 1985. Aécio acompanhou de perto as articulações de Tancredo, que com grande firmeza e habilidade política, soube conduzir a transição entre o regime militar e a democracia. Quando formou seu ministério, Tancredo incluiu Aécio no cargo de maior proximidade e confiança pessoal, o de secretário da Presidência da República.

Em 1986, Aécio integrou a Comissão do Ano Internacional da Juventude, uma iniciativa do Ministério da Justiça, nas comemorações da Organização das Nações Unidas (ONU). Foi o chefe da comitiva brasileira no 12º Encontro Mundial da Juventude e dos Estudantes, em Moscou, onde esteve em companhia do cineasta Silvio Tendler e o cantor Fagner, entre outros.

Aécio começou a trabalhar cedo. Já em 1977, com 17 anos de idade, trabalhou no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), do Ministério da Justiça, no Rio de Janeiro.

 

Deputado Federal

A experiência parlamentar de Aécio Neves está entre as mais sólidas dentre os representantes no Congresso Nacional. Foram quatro mandatos consecutivos como deputado federal por Minas Gerais, cargo que assumiu em 1986 pela primeira vez, eleito então pelo PMDB. Mais tarde, filiou-se ao PSDB.

Entre 2001 e 2002, Aécio exerceu a função de presidente da Câmara dos Deputados. É o terceiro cargo de maior relevância no Poder Executivo do Brasil, pois o seu ocupante substitui o presidente da República, em caso de impedimento do vice.

Nesse período, várias iniciativas buscaram dar mais agilidade e transparência ao Legislativo, como a restrição do uso de Medidas Provisórias por parte do Executivo. Foi concebido e aprovado o Pacote Ético que, entre outros avanços, reformulou o conceito de imunidade parlamentar, possibilitando, desde então, o julgamento de deputados por crimes comuns.

Durante a presidência de Aécio na Câmara, houve também a criação do Código de Ética e Decoro e do Conselho de Ética da Casa. Outra inovação foi tornar disponível, a todo cidadão, via internet, o acompanhamento de qualquer projeto de lei em tramitação na Câmara. Na época, pela primeira vez, a Câmara dos Deputados economizou e devolveu recursos ao Tesouro Nacional.

A atuação como deputado federal deu a Aécio trânsito entre as mais diferentes correntes partidárias da vida política brasileira. Ele começou na Assembleia Nacional Constituinte, que consolidou a transição democrática no País. Na ocasião, foi o autor de 46 emendas, com destaque para a instituição do direito de voto aos 16 anos.

Em 1989, Aécio Neves uniu-se aos políticos que fundaram o Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), entre eles, Fernando Henrique Cardoso, Mário Covas e Franco Montoro. Em 1997, ao ser escolhido líder do PSDB, o mineiro se tornou, aos 37 anos de idade, um dos mais jovens políticos a ocupar um cargo dessa importância. Nos dois anos seguintes, foi reeleito por aclamação, até conseguir, em 2000, um fato inédito: ser reconduzido à liderança do partido pela quarta vez.

No final daquele ano, foi lançada sua candidatura à presidência da Câmara pela Comissão Executiva Nacional do PSDB e pelas bancadas tucanas no Congresso. Fazia mais de 30 anos que um mineiro não ocupava o cargo. Em fevereiro de 2001, com 40 anos, assumiu a presidência da Câmara dos Deputados, colocando em prática uma agenda política voltada para a aproximação com a sociedade e iniciando um período de maior transparência nas atividades do parlamento brasileiro.

Entre as iniciativas, diante do agravamento da violência nos grandes centros urbanos, foi criada uma comissão permanente só para tratar da questão da segurança pública. Junto com o Senado, Aécio negociou a formação de uma comissão especial para agilizar a tramitação, nas duas Casas, das propostas de combate à violência.

A Câmara também abriu as suas portas aos projetos de iniciativa popular, ao criar a Comissão de Legislação Participativa (CLP). Isto permitiu que qualquer entidade civil registrada – sindicato, clube de serviço, associação de bairro – pudesse apresentar seu projeto à CLP, o qual, se aprovado pelo Plenário, transforma-se em lei.

Sob a presidência de Aécio Neves, foi criada ainda a Ouvidoria Parlamentar, que recebe e encaminha, aos órgãos competentes, as reclamações ou representações da população. Houve modernização dos processos administrativos. Novos recursos tecnológicos foram adotados, entre eles, o uso do pregão eletrônico para compras e contratos ou o sistema e-Câmara, por meio do qual a sociedade tem acesso, por exemplo, a qualquer projeto em tramitação na Casa. Em decorrência do esforço para modernizar a gestão, pela primeira vez, a Câmara dos Deputados economizou e devolveu recursos ao Tesouro Nacional.

Matérias que beneficiaram diretamente a mulher estiveram na agenda de prioridades da Câmara naquela época. Entre elas, a que tornou obrigatória a notificação, pelos hospitais da rede pública, dos casos de violência contra a mulher; a que tipificou o assédio sexual; a que obrigou a cirurgia de plástica reparadora da mama, em casos de câncer, por planos e seguros privados ou a que estendeu às mães de crianças adotadas o direito à licença-maternidade e ao salário-maternidade.

A Câmara, no período, aprovou ainda o reajuste da tabela do Imposto de Renda, em 17,5%; a regulamentação da coleta e processamento de sangue, proibindo sua comercialização; a repactuação e o alongamento das dívidas rurais dos pequenos agricultores ou o programa de bolsa-renda para agricultores familiares atingidos pela estiagem.

Nos dois anos em que esteve na Presidência da Câmara, Aécio foi eleito pelos colegas o parlamentar mais influente do Congresso Nacional em pesquisa feita pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap). Para disputar o governo de Minas Gerais, ele renunciou ao mandato parlamentar e encerrou um dos períodos mais produtivos de sua carreira política como deputado federal.

Em 2019, Aécio Neves retornou à Câmara dos Deputados para exercício de um novo mandato por Minas Gerais. A maior autonomia administrativa e financeira dos municípios e o avanço das reformas estruturais do Brasil têm sido as bandeiras centrais de sua atuação.

Com a pandemia global da COVID-19 e eleito presidente da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara (CREDN), assumiu como compromisso ampliar o relacionamento do Brasil com as diversas regiões do mundo para produção de vacinas e medicamentos e no controle da expansão do vírus.

Tem atuado na condução dos trabalhos buscando resgatar os princípios estabelecidos na Constituição Brasileira para a política externa: transparência e segurança nas relações com as outras nações e o multilateralismo amplo e universal, sem exclusões ou alinhamentos automáticos.

 

Presidente da República interino

No cargo de presidente da Câmara dos Deputados, Aécio Neves assumiu interinamente a Presidência da República, em junho de 2001. Ele pôde, então, beneficiar uma das regiões mais carentes de Minas, ao incluir os 23 municípios do Vale do Mucuri na área mineira da Sudene, abrindo a eles o acesso a verbas e programas de desenvolvimento econômico e social.

 

Governador

Aécio Neves da Cunha governou Minas Gerais por dois mandatos consecutivos, entre 2003 e 2010. A implantação do programa Choque de Gestão é sua principal marca como governador, hoje uma referência fundamental para a administração pública no Brasil.

O Choque de Gestão baseia-se na proposta de se gastar menos com o Estado para investir mais no cidadão, em particular em programas sociais de grande retorno para a população e em pautar a administração por metas, medindo e priorizando o resultado das ações do governo. A iniciativa saneou e modernizou a administração estadual, abrindo caminho para investimentos em escala inédita na história de Minas Gerais.

Durante praticamente todo o primeiro mandato, Aécio obteve índices de cerca de 90% de aprovação popular. Pesquisas do Instituto DataFolha, feitas em março e dezembro de 2009, comprovaram que ele era o governador com melhor avaliação no Brasil. Deixou o cargo, em março de 2010, com 92% de aprovação. Enquetes da empresa Macroplan, realizadas anualmente com jornalistas de veículos dos maiores Estados brasileiros atestaram que Minas Gerais tinha o melhor governo do País, na opinião da categoria.

No dia 1º de janeiro de 2003, Aécio Neves assumiu pela primeira vez o Governo de Minas Gerais, 20 anos depois da eleição de Tancredo para o mesmo cargo. Em torno de sua candidatura, ele aglutinou uma ampla frente de 18 partidos, com o apoio das principais entidades sociais e econômicas do Estado e dos mais influentes líderes políticos. Entre eles, o ex-presidente e ex-governador Itamar Franco e os ex-governadores Eduardo Azeredo, Hélio Garcia, Aureliano Chaves, Francelino Pereira e Rondon Pacheco.

Dois dias após a posse, Aécio Neves começou a pôr em prática os primeiros pontos da reforma administrativa que seria realizada ao longo do seu governo. Já no começo, registrou-se um grande esforço para sanear e equilibrar as contas públicas. O número de secretarias de Estado foi reduzido de 21 para 15, o equivalente a 30%. Houve extinção de cerca de 3.000 cargos que podiam ser preenchidos sem concurso. Deu-se também a redução dos salários do governador, do vice-governador e dos secretários de Estado. Os vencimentos do próprio governador caíram em 45%. A adoção em larga escala do pregão eletrônico (pela internet) também esteve entre as medidas exemplares naquela época. Foi criado um Colegiado de Gestão Governamental, presidido pelo governador, para o qual todas as secretarias deveriam prestar contas, mensalmente.

De imediato, o Choque de Gestão trouxe redução de despesas, reorganização e modernização do aparato institucional do Estado e implementação de novas medidas gerenciais através do envolvimento de todos os órgãos e entidades do Poder Executivo Estadual, para melhorar a qualidade e reduzir os custos dos serviços públicos.

O Estado, no entanto, achava-se incapacitado para investimentos ou grandes obras e ainda sem crédito junto a organismos internacionais. Diante deste quadro, logo na primeira semana de trabalho o governador determinou a proibição de gastos. E, em fevereiro de 2003, encaminhou à AssembleiaLegislativa proposta de redução do seu próprio salário.

Ainda em fevereiro de 2003, viajou a Washington com sua equipe econômica a fim de estabelecer contatos com representantes de vários organismos internacionais, buscando a retomada de investimentos em Minas. Um ato que seria apenas o começo de um vigoroso conjunto de ações tomadas para a internacionalização do Estado, a captação de investimentos e a geração de emprego e renda em várias regiões mineiras.

Em dois anos, o governo equilibrou as finanças estaduais, chegando ao Déficit Zero. Isso possibilitou desde a regularização do pagamento de direitos dos servidores públicos, como o 13º salário em dia, até a retomada de contratos de financiamento junto às agências de fomento internacionais, como os Bancos Mundial e Interamericano de Desenvolvimento.

O equilíbrio alcançado pelo Estado foi reconhecido pelo governo federal, que autorizou que, depois de anos, o governo de Minas pudesse voltar a captar recursos internacionais. Especialistas e organismos internacionais também reconheceram a importante conquista. Em 2006, Aécio Neves foi convidado a apresentar no Banco Mundial, em Washington, as bases do Choque de Gestão, reconhecido pela instituição como experiência bem-sucedida que merecia ser compartilhada com outros países.

Iniciou-se também uma política de investimentos focada nas áreas sociais, sobretudo. Em 2004, por exemplo, embora seja o estado com maior número de municípios no Brasil, Minas foi pioneiro no país a ampliar de 8 para 9 anos a duração do ensino fundamental.

Durante o mandato, foram priorizadas ações de infraestruturaque pudessem criar as condições para o desenvolvimento das regiões mais pobres. Em 2003, XXX municípios ligados por estradas estaduais não tinham acesso por asfalto. Hoje, estão todas asfaltadas ou em obras. Mais de 400 cidades não tinham serviço de telefonia celular – e agora têm. No final da gestão de Aécio, o governo chegou a fazer um investimento per capita nas regiões mais pobres correspondente a mais que o dobro da média do estado.

Ao assumir pela segunda vez o governo de Minas, em 1º de janeiro de 2007, Aécio criou o Estado para Resultados ou Choque de Gestão de Segunda Geração, dando continuidade e aprofundando as conquistas sociais anteriores.

Em 2008, o então governador de Minas recebeu a Legião de Honra da França, entregue pelo ex-presidente Valéry Giscard d’Estaing, representando o atual presidente, Nicolas Sarkozy. É a maior comenda concedida pelo governo francês a cidadãos do mundo inteiro em reconhecimento pelos seus méritos.

 

Senador

Em 2010, Aécio Neves elegeu-se senador da República, por Minas Gerais, com 7.565.377 votos. Sua popularidade ajudou na vitória também de seus companheiros de chapa: Antonio Anastasia, do PSDB, para governador, e Itamar Franco, do PPS, para a outra vaga de senador. Em 6 de abril de 2011, Aécio Neves pronunciou seu discurso inaugural no Senado, quando teve uma inédita fila de apartes de quatro horas e meia de duração, com a participação de mais de 30 senadores.

No discurso, ele apontou a sua proposta para os caminhos para a oposição brasileira, com base em três eixos, simultaneamente. O primeiro deles é a postura perante o governo: fiscalizar com rigor; apontar o descumprimento de compromissos assumidos com a população; denunciar desvios erros e omissões; e cobrar ações que sejam realmente importantes para o país. O segundo eixo é o compromisso com o resgate do princípio da Federação brasileira, fortalecendo estados e municípios, a fim de se combater a maior concentração de impostos, recursos e poder de decisão na esfera da União de toda a história do Brasil. O terceiro eixo é o da aproximação ainda maior da oposição com os brasileiros.

No pronunciamento, de grande repercussão, Aécio Neves enfatizou que o exercício da oposição deve se pautar pelos valores da coragem, da responsabilidade e da ética. “Precisamos estar, todos, à altura dos sonhos de cada um dos brasileiros. Nós, da oposição, estaremos”, ele afirmou, da tribuna do Senado.

Em parceria com o deputado federal Gabriel Chalita (PMDB) e senador Lindbergh Farias, Aécio Neves lançou a Frente da Adoção, em junho de 2011, com o objetivo de mobilizar a sociedade e poderes públicos em torno de políticas e ações de incentivo à adoção de crianças e adolescentes no Brasil. O Cadastro Nacional de Adoção registra cerca de 30 mil crianças vivendo no país à espera de famílias adotivas. Apenas 4,5 consideradas aptas para os procedimentos de adoção. A lista de espera para adoção chega 27 mil pessoas.

O nome oficial do movimento é Frente Parlamentar Mista Intersetorial em Defesa das Políticas de Adoção e Convivência Familiar e Comunitária. O movimento busca coordenar uma agenda de trabalho para aperfeiçoar a atual legislação, bem como ampliar e estimular o debate em torno de programas como o apadrinhamento afetivo e a família solidária. A frente dispõe-se a promover a troca de experiências entre entidades civis, ONGs e organismos internacionais, além de discutir e integrar entidades, Poder Judiciário e órgãos federais voltados às questões da adoção.

Nos primeiros meses de mandato, Aécio Neves participou intensamente das atividades das comissões do Senado. Na Comissão de Reforma Política, da qual faz parte, ele defendeu o fim da possibilidade de reeleição para os cargos executivos, que passariam a ter mandato de cinco anos, bem como o voto distrital misto e o fim das coligações proporcionais, entre outras medidas para fortalecer a regime democrático no Brasil.

Dentre as iniciativas de maior repercussão de Aécio Neves no Senado, destaca-se a articulação de um acordo suprapartidário para fortalecer o Poder Legislativo diante dos abusos cometidos pelo governo federal na edição de medidas provisórias (MPs). Como integrante da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania, ele foi o relator de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que muda os trâmites das MPs no Congresso Nacional.

A defesa da autonomia do Parlamento, com a restrição ao uso indiscriminado de medidas provisórias por parte do governo federal, é bandeira antiga de Aécio. Quando foi presidente da Câmara dos Deputados, ele coordenou esforços semelhantes, mesmo estando o seu partido, o PSDB, à frente do governo na época.

Na Comissão de Assuntos Econômicos, Aécio mostrou-se favorável à extensão da Medida Provisória 512 para os municípios mineiros da área da Sudene, entre os mais pobres do Brasil, com a concessão de incentivo fiscal para instalação de empresas automotivas.

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