PSDB-Cidadania oficializa Aécio como pré-candidato à Presidência da República

A federação formada pelo PSDB e Cidadania formalizou nesta terça-feira (26/05) o convite ao deputado federal Aécio Neves (PSDB-MG) para que considere disputar a Presidência da República nas eleições de 2026. O chamamento foi apoiado pelos diretórios estaduais das duas siglas, consolidando uma articulação nacional que visa apresentar uma alternativa de centro democrático ao país.

Aécio Neves recebeu a indicação de forma honrosa, destacando a importância de ouvir segmentos da sociedade antes de definir sua decisão final. “Recebi com uma honra enorme essa manifestação tão contundente dos companheiros da Federação PSDB-Cidadania, do companheiro Paulinho da Força Sindical, presidente do Solidariedade. Acho que nos clamando a despertar, a nos posicionarmos, a encontrarmos caminhos para apresentar uma alternativa para o Brasil. Sou presidente do PSDB e presidente agora da Federação PSDB-Cidadania, e acredito que temos uma contribuição muito grande a dar ao país”, afirmou.

O presidente tucano destacou que pretende avaliar a viabilidade da candidatura e reforçou que o processo será conduzido de forma transparente, ouvindo tanto a sociedade quanto os partidos aliados. “Não gosto de chamar de terceira via, porque não vejo nas outras duas uma via que nos leve ao futuro. Portanto, eu chamo de ‘A via’. Quem sabe possamos construir esse caminho de transformação para o Brasil. A Federação vai tomar uma decisão nas próximas semanas”, disse.

Durante o encontro, estiveram presentes o presidente nacional do Cidadania, deputado federal Alex Manente (SP), o presidente do Solidariedade, deputado federal Paulinho da Força (SP), além de dirigentes históricos do PSDB, como Roberto Freire, e líderes da bancada, incluindo Adolfo Viana, líder da bancada na Câmara, e Plínio Valério, líder da bancada no Senado.

A decisão da federação reflete o desejo das siglas em apresentar uma alternativa política ao país, fora da polarização entre os pré-candidatos Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL-RJ), consolidando Aécio Neves como representante de um projeto nacional tucano. “Parte da população está indignada e angustiada com a precariedade das opções colocadas. Agora é hora de conversar, ouvir e perceber se há espaço para a construção desse caminho”, afirmou Aécio.

O deputado federal mineiro já tem ampla experiência política, incluindo mandatos como governador de Minas Gerais (2003-2010), senador e presidente da Câmara dos Deputados. Em 2014, disputou a Presidência da República e chegou ao segundo turno, consolidando seu protagonismo no cenário nacional.

O chamamento ocorre em um momento estratégico para o PSDB e o Cidadania, após a consolidação da nova bancada federal da federação e a definição de pré-candidatos aos governos estaduais, reforçando a atuação do partido como um eixo de centro democrático, liberal na economia, inclusivo socialmente e responsável na gestão pública.

O convite oficializado à Aécio Neves representa a intenção das siglas de colocar à disposição da sociedade brasileira uma candidatura à Presidência capaz de unir experiência, conhecimento e compromisso com políticas que promovam equilíbrio, desenvolvimento e soluções concretas para o país.

Leia abaixo a entrevista de Aécio Neves concedida após a reunião da Federação PSDB/Cidadania.

Deputado, do que depende na sua decisão, sim, a esse convite feito hoje?

Olha, eu recebi com uma honra enorme essa manifestação tão contundente dos companheiros da Federação PSDB Cidadania, do companheiro Paulinho da Força Sindical, presidente do Solidariedade. Acho que nos clamando a despertar, a nos posicionarmos, a encontrarmos caminhos para apresentar uma alternativa para o Brasil. Sou presidente do PSDB e presidente agora da Federação PSDB-Cidadania e, acredito, que temos uma contribuição muito grande a dar ao país.

Portanto, a partir desse chamamento liderado pelo companheiro Roberto Freire, vamos avançar nas conversas, não apenas com partidos políticos, mas também com partidos políticos, mas na sociedade, com aqueles que estão, como eu, indignados e angustiados com a precariedade das opções que estão hoje colocadas. Agora, é hora de conversa. Política é, sobretudo, conversar, ouvir, para que nós percebamos se há espaço realmente para a construção desse caminho.

Não gosto de chamar de terceira via, porque eu não vejo nos outros dois uma via que nos leve ao futuro. Portanto, eu chamo de a via. Quem sabe nós possamos construir essa via, esse caminho de transformação para o Brasil. Portanto, agora é hora de reflexão, de conversas e, nas próximas semanas, conjuntamente, a Federação vai tomar uma decisão. Não me coloco nesse instante, eu preciso deixar isso muito claro, como pré-candidato à Presidência da República, mas eu me coloco como um brasileiro indignado com o que vem acontecendo com o Brasil e otimista em relação à possibilidade que nós possamos ter de construir um caminho diferente.

O Sr. é um político experiente, e o tempo é curto, você acha que dá para ter viabilidade em uma pré-candidatura lançada agora?

Olha, política é a arte de administrar o tempo. Temos que ouvir, temos que esperar ver como é que as coisas caminham. O quadro vem se alterando com uma certa rapidez, né? Vejo o quadro ainda com alguma instabilidade. O que eu tenho certeza absoluta é que somos capazes de apresentar um projeto transformador para o Brasil, liberal na economia, inclusivo no campo social, responsável na área fiscal, ousado nas reformas que precisam atingir todos os poderes e reconectarmos o Brasil com o mundo, com o mundo desenvolvido, com a política externa pragmática que defenda os nossos interesses e não os nossos aliados ideológicos, como aconteceu no Brasil nos últimos tempos, nesse e no último governo.

Portanto, estou muito honrado com essa manifestação. Não tenho uma data para tomar uma decisão e ela vai depender fundamentalmente do apelo, da resposta que setores importantes da sociedade brasileira e do mundo político derem a essa iniciativa que, por si só, já vai fazer parte da minha história, do meu currículo, do presidente Roberto Freire, do presidente Alex e dos companheiros do PSDB.

Esse eventual prejuízo na candidatura de Flávio Bolsonaro em relação ao caso Vorcaro pode abrir uma possibilidade para o senhor atrair o voto da direita?

Olha, não penso nessa construção buscando atingir ou atacar quem quer que seja. Quero olhar para frente, quero olhar para o futuro. O Brasil perdeu muito tempo olhando para os lados. É claro que os brasileiros vão estar dizendo se esse ou aquele candidato merece a sua confiança. Não é essa a questão, para mim, central. Se alguém vai se desgastar mais, se alguém vai se desgastar menos. O que eu quero ver é se eu tenho realmente capacidade, e eu não sei se a tenho, se eu tenho capacidade para construir um projeto viável. Repito o que disse ontem: Se vocês me perguntarem se eu tenho disposição de liderar um projeto transformador para o Brasil, eu digo que sim. Se vocês me perguntarem se eu estou preparado para construir esse projeto, eu digo que sim. Me preparei toda a minha vida durante esses 40 anos de mandato. Agora, se vocês me perguntarem se isso é viável, é vocês que vão dizer. É o tempo que vai dizer e é o reflexo que estamos fazendo hoje aqui na sociedade que vai nos levar a uma decisão. Não preciso ser candidato à Presidência da República para contribuir com o Brasil na superação dessa polarização.

Portanto, vamos continuar aqui trabalhando, conversando, sobretudo ouvindo. E quem sabe isso pode significar a possibilidade da construção da via, do caminho que tenho certeza grande parte dos brasileiros ainda aguarda que seja construído.

Deputado, em Minas Gerais o PSDB e a federação tende mais para Alexandre Kalil ou para Gabriel Azevedo?

Olha, o companheiro Paulo Abi-Ackel que é o nosso presidente regional do partido, tem tido conversas com todas essas forças. Tenho um respeito enorme pelo Gabriel. Gabriel começou conosco no PSDB, é um idealista, é alguém que, certamente, vai ainda contribuir muito para com a Minas Gerais, para com o Brasil. É um talento nato, vive lá também as suas angústias, as suas dificuldades.

Conversei também recentemente com o ex-prefeito Kalil, todos me estimulando muito uma candidatura minha ao Senado, mas agora eu tenho que recuar um pouco nessa questão mineira, deixar que o deputado Paulo Abi-Ackel, que é o presidente do partido, conduza essas conversas para eu me concentrar na responsabilidade, na missão que me foi dada hoje aqui.

Ouvir a sociedade dentro e fora dos partidos políticos e chegarmos à conclusão de que é possível ou não construir esse caminho, porque o nosso planejamento era para prepararmos a federação para os desafios de 2026.

Sobrevivemos de forma muito vigorosa nessa janela partidária, crescemos com o trabalho dos companheiros da Federação, do Adolfo em especial, do Paulo, o partido cresceu. Portanto, se prepara para voltar a ter um papel relevante, decisivo nas grandes questões nacionais.

Mas o projeto estava se encaminhando para a construção disso pelos próximos quatro anos com o exaurimento, com o cansaço, com a fadiga, que já é grande e vai ser ainda maior dessa polarização. Mas o que estamos vendo hoje é uma nova manifestação e essa nova manifestação vai me levar a uma profunda reflexão. Obrigado.

Aécio conversa com Michel Temer sobre alternativa para a polarização

O deputado federal e presidente nacional do PSDB, Aécio Neves, se encontrou nesta sexta-feira (20/03), em São Paulo, com o ex-presidente Michel Temer (MDB). Durante o encontro, eles conversaram sobre o quadro político nacional. O ex-governador de Minas afirmou que o partido busca formar uma força vigorosa no centro democrático como alternativa ao atual quadro de polarização política no país.

“Estive hoje em São Paulo com o ex-presidente Michel Temer para uma longa conversa sobre o quadro político nacional, num momento que ainda inspira atenção e responsabilidade diante do acirramento da polarização no país. Ambos concordamos que, a seis meses da eleição, o cenário ainda não está totalmente definido. Há espaço para diálogo, construção política e, eventualmente, para o surgimento de alternativas aos dois polos que hoje dominam o debate nacional”, disse o deputado.

Aécio afirmou que as conversas entre lideranças dos dois partidos serão mantidas nas próximas semanas.

“Combinamos manter essas conversas com mais assiduidade nas próximas semanas, inclusive com a participação de outras lideranças do MDB, como o presidente Baleia Rossi, e também do PSDB. A reaproximação entre PSDB e MDB, com o objetivo de formar uma força vigorosa no centro democrático, sempre foi uma aspiração que compartilhamos. Continuamos acreditando que esse caminho poderá se consolidar, assim que as condições políticas permitirem, disse Aécio Neves.

Aécio também se encontrou nesta sexta-feira, em São Paulo, com o ex-governadores do Ceará, Ciro Gomes e Tasso Jereissati.

“Fizemos uma análise do quadro político do Ceará, onde o governador Ciro desponta nas pesquisas eleitorais como o candidato mais forte ao governo. Discutimos também o cenário político nacional. Todos concordamos que ainda há espaço para alternativas ao quadro colocado até o momento”, afirmou o ex-governador de Minas e candidato tucano à Presidência da República em 2014.

Aécio também se reuniu com governador Tarcísio de Freitas

Na semana passada, Aécio reuniu-se com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), no Palácio dos Bandeirantes, acompanhado do presidente estadual do PSDB, Paulo Serra, ex-prefeito de Santo André, e do vice-presidente estadual do partido, Vinícius Camarinha, prefeito de Marília. Na pauta, o quadro político nacional e paulista.

“O governador Tarcísio vem fazendo uma gestão com resultados muito relevantes para a população, algo sempre muito caro ao PSDB. O governador fez questão de destacar os avanços que São Paulo teve no período em que foi governado pelo PSDB, em especial pelo governador Mário Covas. O PSDB passa por um momento de reestruturação em todo o país, e estou certo que também em São Paulo, sairemos dessas eleições mais fortes para voltarmos a liderar um projeto no centro democrático tão necessário ao país”, disse Aécio.

Câmara aprova auxílio emergencial proposto por Aécio a vítimas das chuvas em MG

Aprovado hoje auxílio emergencial de R$ 600 proposto por Aécio a vítimas das fortes chuvas em MG
A Câmara dos Deputados aprovou, nesta quinta-feira, 5/02, o Projeto de Lei 793/26, que cria um auxílio emergencial de R$ 600,00 mensais para moradores de Juiz de Fora, Ubá e cidades da Zona da Mata atingidos pelos deslizamentos e enchentes ocorridos na região mineira.

Aécio Neves e o deputado Paulo Abi-Ackel apresentaram o projeto de lei na semana passada e trabalharam pela rápida aprovação pela Câmara.

“O desastre ocorreu e dezenas de vidas foram levadas e não voltarão mais. Mas o Congresso Nacional toma hoje uma medida de extrema relevância. Um auxílio emergencial de R$ 600 para cada cidadão ou cidadã, a partir de 18 anos de idade, que, comprovadamente, tenham perdido suas moradias ou tenham sofrido danos irreparáveis com as fortes chuvas que atingiram as famílias em Juiz de Fora, Ubá e cidades atingidas de forma catastrófica pelas últimas chuvas”, disse Aécio em pronunciamento no Plenário da Câmara dos Deputados.

Aécio agradeceu aos deputados a rápida aprovação pela Casa do benefício emergencial e ao relator do projeto de lei, deputado federal Lafayette Andrada.

Governo barra benefício a empresas

O ex-governador de Minas lamentou, no entanto, a ação do PT e do líder do governo no Colégio de Líderes da Câmara que impediu a tramitação do projeto de lei que garantia a isenção de impostos federais pelo prazo de 12 meses para a empresas, indústrias e comércio atingidos na região pelas chuvas.
Também apresentada por Aécio e Abi-Ackel, a proposta não pode ser votada em plenário.

“ O PT se colocou contra a aprovação desse segundo projeto no Colégio de Líderes.

O líder do governo naquele colegiado, parlamentar do PT, impediu que isentássemos dos impostos federais todas as pequenas empresas, as pequenas indústrias e os comércios que perderam tudo. É incompreensível a falta de solidariedade com essas pessoas”, criticou Aécio.

Na semana que vem, ele voltará a defender a medida.

“Insistiremos para que esse segundo projeto, também de minha autoria, possa ser aprovado. Assim como as famílias, também os pequenos negócios possam se reerguer. Como vão pagar impostos se os seus negócios já não existem mais?”, questionou.

Apenas em Ubá, a estimativa é de que mais de 400 estabelecimentos foram invadidos pela água, com reflexos diretos no emprego e na renda da economia local.

A presidente da FIEMG na Zona da Mata, Mariângela Marcon, afirmou que os efeitos das chuvas atingem diretamente a economia de toda a região. “As chuvas trouxeram prejuízos muito além das estruturas físicas. Estamos falando de empresas que sustentam milhares de empregos e movimentam cadeias produtivas em todo o estado”, disse em entrevista.

Principais regras do Auxílio Emergencial

O auxílio emergencial de R$ 600,00 será restrito a dois membros de cada família comprovadamente atingida. Terão direito ao benefício maiores de 18 anos e mães adolescentes. O pagamento será feito por bancos federais em poupança social digital, de abertura automática, e estão proibidos descontos para cobrir dívidas ou saldos negativos.

Além dos R$ 600, a proposta já aprovada autoriza o antecipar os valores dos benefícios pagos a pessoas com deficiência e idosos atendidos pelo BPC e o Auxílio Doença, mediante apresentação de atestado médico.

Aécio: “Voltei à presidência do PSDB porque acredito que vamos construir um novo projeto presidencial em pouco tempo”

O presidente nacional do PSDB, Aécio Neves, deu início hoje (05/02), em Porto Alegre (RS), a encontros regionais que o partido fará no país como preparação de pré-candidaturas para as eleições deste ano.
Aécio foi recebido pelo novo presidente do PSDB no estado, vereador Moisés Barboza, presidente da Câmara Municipal de Porto Alegre, pelo prefeito de Guaíba e pré-candidato a governador, Marcelo Maranata, e pelo deputado federal Daniel Trzeciak. O encontro reuniu dezenas de lideranças.

“Estamos recebendo adesões no Nordeste do país, no Centro-Oeste, na região Central, na região Sudeste e sairemos fortalecidos das próximas eleições. Vamos ultrapassar 30 parlamentares federais eleitos, alguns governadores, e queremos voltar a apresentar um projeto para o Brasil. Por isso, estou aqui muito feliz com o que estou vendo. Temos uma pré-candidatura colocada do prefeito Maranata, que tem muita determinação, tem uma administração muito bem avaliada no seu município, e vai mostrar isso no estado do Rio Grande”, disse Aécio.

Em seu discurso, Aécio destacou o papel histórico do PSDB na condução do país na economia, nos programas sociais e nos avanços mais importantes ocorridos após a redemocratização.

“O PSDB é um partido que o Brasil conhece, não é uma novidade. O PSDB é responsável pelas principais transformações ocorridas no Brasil nas últimas décadas, em todas as áreas. O nosso projeto está vivo e, na política, o caminho mais fácil não é o que nos leva mais longe. Vamos sair fortalecidos das eleições e aqueles que hoje chegam, acreditando nesse novo momento, sabem que vale a pena lutar para reconstruir o PSDB”, afirmou.

E acrescentou:

“Aqueles que estão hoje ajudando na reconstrução do nosso partido sabem que vamos reassumir novamente, em pouco tempo, o papel que nos cabe na política nacional: o de apontar caminhos para o Brasil”.

Ao avaliar o atual quadro partidário, Aécio reafirmou sua defesa pelo centro democrático em lugar da atual polarização entre direita e esquerda e criticou a negociação de apoios pelo governo federal.

“O Brasil precisa hoje, mais do que nunca, de partidos políticos que não se curvem às facilidades. O Brasil está inundado de partidos pragmáticos que vivem a lógica de aumentar o fundo partidário, aumentam suas bancadas e, com isso, aumentam mais ainda os fundos, para depois apoiar qualquer governo, seja de esquerda, seja de direita. O PSDB optou pelo caminho mais difícil, de construir um projeto ao centro para o Brasil. Então, isso faz com que, mesmo com menos parlamentares, estejamos hoje muito mais unidos”, disse.

Ao final, Aécio anunciou que os encontros darão origem a uma agenda de reuniões no Rio Grande do Sul e nos demais estados.

“O prefeito Maranata, nosso pré-candidato a governador, tem uma agenda de encontros no Estado, outros pré-candidatos nossos estão fazendo isso em outros estados e, logo após o fechamento da janela partidária, faremos uma grande reunião em Brasília com os novos filiados, com as novas adesões, para aí sim, partirmos para a campanha eleitoral com o discurso na questão nacional unificado”, concluiu.

Aécio se reúne com lideranças durante encontro do Diretório do PSDB-RS em Porto Alegre