Novos Caminhos

Aécio Neves levou asfalto para mais de 200 cidades que só tinham ligação por estradas de terra. O programa possibilitou o acesso da população rural a serviços de saúde e educação e possibilitou a melhoria no transporte de cargas e produtos nas estradas.

Brasil Real Inflação

BR7

Linha Verde – RMBH (MG)

O Governo de Minas investiu na implantação da Linha Verde, corredor viário que abriu caminho para o desenvolvimento do Vetor Norte da Região Metropolitana de Belo Horizonte. O projeto foi capaz de transformar a vida da população dos 14 municípios que compõem o Vetor Norte e levar mais qualidade de vida para os moradores.
Para conhecer de perto esta transformação assista ao vídeo.

Visita ao Monotrilho (SP)

Aécio Neves visitou o monotrilho em São Paulo, acompanhado de Geraldo Alckmin, no dia 29 de Agosto.

Aécio propõe fazer um mutirão de mobilidade urbana no Brasil

O candidato à presidência da República pela Coligação Muda Brasil, senador Aécio Neves, disse, em visita ao Rio de Janeiro, que vai fazer um mutirão de mobilidade urbana no País. Aécio destacou a proposta que vai priorizar o investimento por meio da iniciativa privada para que, em pouco tempo, os brasileiros, principalmente de médias e grandes cidades tenham um transporte público de qualidade. O candidato foi de balsa da capital fluminense a Niterói. Aproximadamente 100 mil pessoas utilizam este transporte aquático que conta com sete veículos. Aécio enfatizou que vai priorizar a conclusão do trecho do metrô entre Rio de Janeiro, Niterói e Itaboraí, que deve beneficiar mais de sete milhões de pessoas. O presidenciável também destacou que vai priorizar a recuperação do transporte urbano ferroviário no país.

 

Sonora de Aécio Neves

“Parcerias com o setor privado para diminuir o sofrimento do trabalhador e da trabalhadora brasileira que hoje se sacode em transporte de péssima qualidade será uma prioridade do nosso governo, a exemplo daquilo que faremos com parcerias com o governo do estado do Rio de Janeiro, em relação a linha três do metrô que ligará o Rio de Janeiro a Niterói e Itaboraí. Essa promessa sempre é adiada e nosso governo será realizada. Nós teremos prioridade na definição do marco regulatório do setor ferroviário, inclusive para resgatar nas ferrovias a capacidade também de transportar passageiros. Um país das dimensões do Brasil precisa utilizar adequadamente esse potencial que vem sendo desprezado.

 

Em Niterói, Aécio Neves criticou o governo do PT ao dizer que as parcerias com a iniciativa privada foram deixadas de lado, na gestão de Dilma Rousseff. Aécio lembrou ainda que tem propostas claras para o Brasil voltar a crescer e citou seu crescimento nas últimas pesquisas como a onda da razão’ que vai levá-lo ao segundo turno.

 

Sonora de Aécio Neves

“No momento em que esse governo demoniza por 10 anos as parcerias com o setor privado, essas que eu quero resgatar, ela obviamente afasta investimentos, investimentos que poderiam estar permitindo um crescimento muito maior da nossa economia. Portanto, a clareza das nossas propostas é a razão pela qual a nossa candidatura é a que mais cresce em todas as pesquisas eleitorais.”

 

Aécio Neves ainda percorreu as ruas do bairro de Icaraí, em Niterói. Acompanhado por centenas de pessoas, o candidato à Presidência da República pela Coligação Muda Brasil cumprimentou e conversou com moradores e comerciantes na cidade. Na confeitaria Beira Mar, Aécio tomou um café ao lado da multidão que, aos gritos, apoiou a visita do presidenciável.

 

Boletim

Brasil cai 20 posições em ranking de logística

O Brasil caiu 20 posições no ranking mundial de logística do Banco Mundial (Bird), que mede a eficiência dos sistemas de transporte em 160 países. O relatório, divulgado nesta quinta-feira, leva em conta a percepção dos empresários em relação à eficiência da infraestrutura de transporte. O Brasil passou a ocupar o 65.º lugar no ranking. Trata-se da pior colocação desde que o ranking foi lançado, em 2007.

Paulo Fleury, diretor-geral do Instituto de Logística e Supply Chain (Ilos), define o resultado como “desastroso” para o País. “A hora da verdade chegou: o Brasil investiu bilhões em obras de infraestrutura de transporte que, por problemas de gestão, não foram terminadas, e está aí o resultado.”

Na avaliação de Fleury, o fato de o estudo não medir os avanços ou retrocessos físicos, mas a percepção dos empresários, é sintomático. Pouca coisa mudou na infraestrutura do País nos últimos anos, mas a posição do Brasil no ranking foi se alterando. Em 2007, quando a pesquisa foi lançada, o Brasil ocupava o 61.º lugar. Em 2010, ficou na sua melhor colocação: 41.º posto. Em 2012, caiu para a 45.ª posição. De lá para cá, despencou para a sua pior colocação.

Fleury atribui as oscilações às mudanças nos cronogramas das obras. “Quando a primeira pesquisa foi realizada, o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) havia acabado de ser lançado e a expectativa de melhora empurrou o indicador para cima por um tempo”, diz Fleury. “Como as obras não saem do papel, mas a demanda por transporte aumenta, estrangulando o sistema, a frustração só fez aumentar e nem as concessões no ano passado conseguiram melhorar os ânimos.”

Levantamento do Ilos mostra que o atraso médio nas obras do PAC é de 48 meses. Há também enorme descompasso entre o custo orçado e o custo que se viu na prática. O aumento médio foi de 85%.

Muitas deficiências. O Banco Mundial também divulgou a classificação dos países em seis itens específicos na área de logística e transporte, usados em conjunto para determinar a classificação geral. O segmento que o Brasil está mais bem colocado é na “qualidade e competência logística” (50.ª posição) e o pior no “serviço de aduanas e alfândegas” (94.ª). Na categoria “rastreamento e monitoração” está na 62.ª e, nas “entregas internacionais”, na 81.ª.

Outros países da América Latina estão em posições bem melhores que a do Brasil, como Chile (42.º lugar, o melhor classificado da região), México (50.º) e Argentina (60.º).

Desigualdades. As três primeiras posições do ranking são ocupadas por países desenvolvidos – Alemanha, Holanda e Bélgica. Entre os últimos estão Somália, Afeganistão e República Democrática do Congo. O Banco Mundial reconhece que reformas no setor são complexas e a melhora do transporte exige pesados investimentos, o que dificulta o avanço em países em desenvolvimento. Por essa razão, os países de alta renda são maioria entre os que ocupam as dez primeiras posições do ranking, destacou a instituição no material enviado à imprensa.

A principal conclusão do estudo é que a diferença na logística entre países com melhor sistema de transporte e aqueles com pior rede ainda é muito grande, apesar da ligeira melhora desde o início da pesquisa em 2007.

O Banco Mundial avalia vários fatores para montar o ranking geral – qualidade da infraestrutura de transporte, de serviços e a eficiência do processo de liberação nas alfândegas, rastreamento de cargas, cumprimento dos prazos das entregas e facilidade de encontrar fretes com preços competitivos. A instituição ouviu cerca de mil profissionais de logística pelo mundo. Com base nas entrevistas e na metodologia, o Banco Mundial desenvolveu o Índice de Desempenho Logístico (LPI, na sigla em inglês), que é usado para organizar o ranking.

 

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