A iluminação dos campos de futebol e de várzea, em mais de 400 municípios mineiros, trouxe, para milhares de jovens e crianças, novas oportunidades de lazer, por meio do esporte e da cultura.
Artistas e atletas se engajam na campanha de Aécio
Artistas e esportistas estão se engajando na campanha de Aécio Neves, na disputa pela Presidência da República. Personalidades como os ex-jogadores de futebol, Ronaldo Fenômeno, Zico e Dadá Maravilha, o técnico da Seleção Brasileira de Vôlei, Bernardinho, os cantores Zezé Di Camargo, Chitãozinho e Xororó, Wanessa Camargo e Fagner, deram depoimentos em apoio a Aécio no programa eleitoral. Zezé di Carmargo destaca o trabalho feito por Aécio quando governador de Minas Gerais por dois mandatos.
Sonora do Zezé di Carmago
“Governou o Estado de Minas Gerais por dois mandatos e terminou com aprovação de 92%. Preciso dizer mais?”
O ex-jogador Zico, fala do caráter e seriedade de Aécio Neves.
Sonora do Zico
“É aquele cara que fala que vai fazer e faz. Dá satisfação daquilo que está fazendo.”
Para o técnico da Seleção Brasileira de Vôlei, Bernardinho, Aécio Neves luta por ideais que são para o bem do país.
Sonora do Bernardinho
“Abandona às vezes o conforto do seu lar, aquela vida mais conveniente, tranquila, para lutar por ideais. Ideais que são de todos nós, ideais que são das pessoas do bem deste país.”
Boletim
Ronaldo Fenômeno anuncia apoio a Aécio Neves
O ex-jogador de futebol, Ronaldo Fenômeno, anuncia apoio ao candidato à Presidência da República, Aécio Neves. Em visita à sede da Central Única das Favelas, no Rio de Janeiro, Ronaldo diz que Aécio é o melhor para realizar as mudanças que o Brasil precisa.
Sonora Aécio Neves 1
Eu decidi apoiar Aécio há muito tempo atrás, em 2002 quando a primeira vez falei publicamente sobre o meu apoio ao Governo de Minas, a candidatura dele ao Governo de Minas. O Brasil está conhecendo ele. Um cara que eu conheço há muitos anos e que eu apoio. O Brasil está cansado dessa sequência sem fim de escândalos, de corrupção.
Boletim
Brasil precisa crescer e controlar a inflação, diz Aécio em sabatina
O candidato à Presidência pela Coligação Muda Brasil, senador Aécio Neves, participou na manhã desta quarta-feira (16) de sabatina promovida pelo jornal Folha de S.Paulo, SBT, portal UOL e rádio Jovem Pan e defendeu a urgente necessidade de retomada do crescimento da economia brasileira, com foco em regras claras e transparentes para não afugentar investidores. Aécio também se comprometeu a retomar o controle da inflação e a adotar uma política fiscal transparente e austera. Confira a seguir os principais assuntos abordados pelo senador na entrevista.
Crescimento
Aécio diz que tomará as medidas necessárias para recolocar o Brasil no rumo do crescimento. Em suas palavras, “um crescimento sustentável, com controle da inflação e melhoria dos índices sociais”. Para o senador, hoje estamos imersos num cenário de crescimento pífio, com a inflação ultrapassando o teto da meta, sem que o governo acene de forma clara com medidas que tomaria para reverter esse quadro, que Aécio classificou como “perverso”. Disse o senador: “Nós vamos resgatar a credibilidade dos investidores, com política fiscal transparente e austera. Esse é o caminho de um novo ciclo para o Brasil”. A palavra-chave para isso, segundo Aécio, é previsibilidade. Os investidores querem regras absolutamente claras para trabalhar. “Hoje, a desconfiança do setor produtivo aumenta a cada mês”, afirmou o senador.
Retomada da confiança
Para o senador, analistas de dentro e de fora do Brasil afirmam que uma vitória do PSDB será capaz de gerar exatamente o efeito inverso do clima de incerteza que vivemos hoje. “Isso será possível graças à clareza de nossas convicções e à história de quem está do nosso lado”, afirmou. Outra consequência muito importante disso, segundo o senador, será a geração de um ambiente propício para o país registrar um superávit primário verdadeiro, muito diferente daquele que vem sendo obtido nos últimos anos pelo governo do PT por meio de criatividade e manobras fiscais. “Queremos regras claras, para as pessoas percebam exatamente qual é o ambiente que estamos construindo”, salientou Aécio.
Aprimorar os programas sociais
O senador garantiu que irá manter e aprimorar os programas sociais que estão dando certo. Na opinião de Aécio, quem não sabe ver virtude nos outros é o PT, que não reconhece, por exemplo, que o Bolsa Família é originário do Bolsa Alimentação, criado no governo FHC. O Bolsa Família, disse o senador, não só será mantido como também será transformado num programa de Estado, para finalmente deixar de ser algo vinculado à agenda eleitoral, como o PT vem fazendo. Segundo Aécio, o programa Mais Médicos também será mantido e aprimorado, porém sem ser tratado como solução para todos os problemas de saúde do país. O senador apresentou dados que mostram a falta de planejamento do governo do PT para a área. Em 2003, a participação do governo federal nos gastos da saúde era de 54%. Hoje essa participação caiu para 45%. Foram fechados 13 mil leitos hospitalares. Portanto, sem trata-lo como salvação da saúde no país, o programa será mantido e os médicos estrangeiros serão bem-vindos. Aécio se comprometeu a dar a eles cursos de qualificação e estabelecer regras novas. No caso específico dos médicos cubanos, compromete-se a pagar diretamente o salário aos médicos, e não ao governo de Cuba. “Nós não vamos ter que concordar com o governo cubano, eles que deverão concordar conosco.”
Inflação alta e crescimento baixo
Na opinião de Aécio, as medidas mais impopulares são as que o atual governo está tomando. “As pessoas mais prejudicadas por essas medidas são justamente aquelas que o governo diz proteger”, afirmou. O senador pontuou que, com a inflação do jeito que está, o aumento real do salário mínimo será de somente 1%. E frisou ainda que a inflação dos alimentos hoje já está na casa dos dois dígitos. Aécio deixou claro que não aceita a tese de que uma das formas de combater a inflação é com o desemprego. Para o senador, isso é uma grande bobagem. “Se fosse assim, na época da hiperinflação teríamos emprego recorde.”
Diretrizes de governo
O senador deixou claro que as diretrizes do seu plano de governo são resultado de um trabalho muito amplo, que está sendo feito com a consulta dos mais diversos setores da sociedade, o que propiciou um aprofundamento que é totalmente inédito na história eleitoral brasileira. Para Aécio, nenhuma outra campanha permite antever com tanta clareza o caminho que o candidato irá percorrer depois de eleito.
Reformas necessárias
Aécio declarou na sabatina que as últimas reformas importantes no Brasil ocorreram todas no governo FHC. Para o senador, de lá para cá o PT optou pelo adiamento e pelo arquivamento de tudo o que fosse contencioso ou o que contrariasse os interesses de seus simpatizantes. Aécio se comprometeu a discutir as reformas necessárias, a previdenciária, a tributária e a política, com o conjunto da sociedade brasileira. E concluiu dizendo que essa incapacidade do governo de assumir o protagonismo nessas questões precisa acabar.
FHC
Na opinião de Aécio, o sucesso do governo do presidente Fernando Henrique Cardoso possibilitou que o governo Lula existisse e tivesse os indicadores que teve. “O ex-presidente FHC não só vai participar da minha campanha como já está participando. Cito um antigo pensado espanhol, Baltasar Gracián, que dizia que, “se você não pode ter sob seu domínio todo o conhecimento, cerque-se dele”. “Eu tenho me cercado das melhores pessoas”, afirmou o senador.
Futebol e Copa do Mundo
Aécio criticou a maneira como a presidente Dilma Rousseff tentou se apropriar politicamente da Copa do Mundo e destacou que ele preferiu assistir ao evento como torcedor. “O que eu vi foi uma tentativa desesperada do governo de tentar de apropriar a qualquer custo do êxito da Seleção”, disse. O senador defendeu a proposta de Lei de Responsabilidade do Esporte e criticou uma vez mais a tentativa de intervencionismo do governo no futebol. Para o senador, se a presidente Dilma criasse a Futebras, essa seria a 14ª empresa criada pelo governo do PT.
Questão energética
O senador Aécio Neves criticou o intervencionismo da presidente Dilma Rousseff no setor energético. “Foi uma das coisas mais perversas o intervencionismo da presidente da República num setor que ela dizia conhecer com profundidade. Isso custa hoje ao Tesouro, aos contribuintes, portanto, algo em torno de 30 bilhões de reais. Esse é o custo da desastrada intervenção que tirou capacidade de investimento de um setor essencial para a retomada do crescimento da economia, e a incapacidade de gestão do governo se alinha a esse intervencionismo. O Brasil é hoje um cemitério de obras abandonadas”, afirmou. O senador defendeu a atração de capital para investimento em energia e a exploração de energias alternativas, como a eólica e a biomassa. “O Brasil jogou fora o programa do etanol”, afirmou.
Petrobras
Aécio afirmou ter havido muitos equívocos na administração da Petrobras, que levaram a estatal a participar mais das páginas policiais do que das páginas econômicas dos jornais, com escândalos envolvendo a compra da refinaria de Pasadena e o superfaturamento da construção da refinaria de Abreu e Lima, em Pernambuco.
Ele aproveitou para defender uma administração mais previsível, incluindo na definição a política de preços da gasolina. “Vamos ter regras claras, as pessoas vão saber o que vai acontecer com os preços”, afirmou. O senador também defendeu uma discussão aprofundada com a sociedade brasileira e com especialistas sobre qual o melhor modelo de exploração de petróleo: se o de concessão ou de partilha.
Privatizações e meritocracia
Aécio Brasil defendeu que o que precisava ser privatizado já foi privatizado, como os setores de aviação, telecomunicações e siderurgia. E garantiu que ao vencer a eleição irá reestatizar empresas públicas que foram privatizadas por interesses escusos. “A Petrobras vai ser devolvida aos brasileiros”, disse. Ele defendeu a meritocracia no serviço público. “As pessoas não vão ocupar postos no governo em razão da simples indicações ou da baixa qualificação que é a marca desse governo”, disse. E citou o exemplo de Minas Gerais, Estado em que, sob seu governo, passou a ser praticada a análise de desempenho para todo o funcionalismo.
Exemplos de Minas
Aécio lembrou das experiências em Minas Gerais que fizeram a saúde e a educação do Estado melhorarem. Graças a elas, Minas tem hoje a melhor educação fundamental do Brasil e um dos melhores índices de saúde do país.
Segurança pública
O candidato da coligação Muda Brasil pregou a necessidade de reforma do Código Penal e do Código de Processo Penal. “O governo federal deve assumir o controle e apresentar ao Brasil uma política de segurança pública. Ouvi uns anos atrás o ministro da Justiça dizer que as nossas cadeias mais parecem masmorras medievais. Passaram três anos do governo, e sabe quanto foi executado do que foi aprovado do Fundo Penitenciário? Sabe quanto foi usado pelo ministro para transformar as masmorras medievais em cadeias minimamente aceitáveis? 10%”, disse o senador.
Alianças
Aécio deixou claras as suas diferenças em relação à candidatura do PT dizendo que a aliança que se formou ao redor dele não é por cargos, mas por um futuro do Brasil. “Não tenho cargos a dar, tenho um projeto para o futuro do Brasil”, afirmou.
Conceitos políticos
O senador disse que está buscando fazer uma campanha competitiva sem viés ideológico. Para ele, os conceitos políticos de hoje (progressista, conservador, esquerda, direita) são abstratos demais. E provou com o seguinte raciocínio: se houvesse um governo sob o qual o mercado financeiro obteve lucros recordes, e outro que colocou 97% das crianças na escola, as pessoas diriam que o primeiro é de direita, e o segundo, de esquerda. Portanto, concluiu o senador, pelo o que aconteceu na história recente do Brasil, o governo Lula seria de direita, e o de FHC, de esquerda.
Copa Inesquecível: 1970
Ao ser convidado a escrever sobre uma Copa inesquecível, fiquei em dúvida sobre de qual falar: sempre fui um apaixonado por futebol desde que, pelas mãos de meu querido e saudoso pai, Aécio Cunha, muito cedo comecei a frequentar não só os estádios mas inúmeras vezes até os treinos do meu time do coração, o Cruzeiro, do qual ele foi por muitos anos vice-presidente.
Pensei em lembrar o time mágico de Telê Santana em 82, com Zico, Falcão e Sócrates, mas logo me veio a lembrança de Paolo Rossi e desisti da ideia. Ou do esforço do pouco acreditado campeão de 94, comandado por Dunga, Romário e Bebeto. Pensei ainda em lembrar o sofrimento de 98 na França (eu estava lá) ou a heroica conquista de 2002 com os gols mágicos do maior artilheiro de todas as Copas, meu amigo Ronaldo.
Mas resolvi viajar ainda mais no tempo para falar da primeira Copa a que assisti. A do tri, em 1970 (México).
Eu tinha então dez anos de idade e sabia, mesmo sem entender direito que alguma coisa ruim acontecia no país, fosse pelas conversas em voz baixa nas visitas que nos fazia meu avô Tancredo ou pelas inúmeras reuniões que aconteciam na minha casa, em que as conversas eram interrompidas sempre que as crianças entravam na sala.
Mas era tempo de Copa e, com meu álbum de figurinhas completo debaixo do braço, fazia questão de ser dos primeiros a chegar ao Instituto Zilah Frota para repetir, como se fosse profundo conhecedor da matéria, tudo o que ouvia meu pai comentar com os amigos.
Minha primeira bronca fora com o corte de Dirceu Lopes, craque celeste e hoje um querido amigo. Depois para dizer que só um louco poderia achar que não havia lugar para Pelé e Tostão no mesmo time (e tinha gente que achava). E, por fim, para defender um lugar para Piazza no time. Não por coincidência, todos cruzeirenses.
A Copa começou, a TV colorida que meu pai disse que encomendara jamais chegou. Tenho até hoje sérias dúvidas se essa encomenda existira mesmo. Nem sei se na época havia transmissão em cores ou se foi apenas uma fantasia para alimentar a minha imaginação. Mas não importa. A categoria do time de Pelé e cia. coloria a tela.
Foram quatro semanas de alegria e êxtase. Depois da final contra a Itália, saímos para comemorar no Aero Willys de meu pai, que, disciplinador enérgico, pela primeira vez me deixou sentar no capô do carro. Era a glória! Comemorei muito e cheguei a me orgulhar do Brasil.
Não passaram muitos anos para eu perceber que fora das quatro linhas não havia do que nos orgulhar.
Volto a 2014. A bola rola em mais uma Copa do Mundo, agora na nossa casa, e meu sentimento é que nos preparamos para duas históricas vitórias: a primeira delas em julho, dentro de campo, e a segunda, a da democracia, em outubro, fora dele. Ambas farão muito bem ao Brasil!
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Aécio Neves – Entrevista no dia da abertura da Copa do Mundo
O presidente nacional do PSDB e pré-candidato à Presidência da República, senador Aécio Neves, concedeu entrevista, nesta quinta-feira (13/06), no Rio de Janeiro (RJ). Aécio Neves falou sobre a abertura da Copa do Mundo, a estreia da seleção brasileira de futebol e as manifestações contra a presidente da República.
Leia a transcrição da entrevista do senador:
Sobre a estreia da seleção.
Estreia é muita tensão. O Brasil sofreu essa tensão, a pressão da estreia, mas o importante é que ganhou. Acho que daqui para frente, olha que acompanho muito futebol, o time vai jogar mais solto. O Brasil tem um time muitas vezes superior a esse time da Croácia. Sentiu a pressão, o que é absolutamente natural. Vamos torcer para que nos próximos jogos a seleção deslanche, se solte mais e jogue o futebol que tem para jogar. O importante é começar com vitória, isso ajuda tudo, tranquiliza demais daqui por diante.
É a tensão da largada, do primeiro jogo. Acho que o Brasil vai jogar muito mais solto daqui por diante e vai estar, com certeza, nas próximas fases. Agora é fazer o que sabe fazer, o que se preparou para fazer. Passou o sufoco. Eu vi um ex-jogador, não sei se o Ronaldo ou o Cafu, que disse que o primeiro jogo é sempre mais tenso até que a final. É isso que acontece. Todo mundo querendo saber como o time vai estar, como cada jogador vai corresponder. Então, acho que foi bom, foi uma bela vitória.
Sobre manifestações contra a presidente da República hoje no Itaquerão.
O que fica para a história é que tivemos, depois de algumas décadas, no mundo, uma Copa do Mundo em que o chefe de Estado não se vê em condições de se apresentar à população. Isso é reflexo do que está acontecendo com o Brasil.
Temos hoje uma presidente sitiada, uma presidente que só pode aparecer em eventos públicos protegida. É dessa forma que ela fará a campanha. Isso, mais do que qualquer palavra minha, retrata o que vem acontecendo no Brasil, o sentimento dos brasileiros em relação ao governo.
O senhor esperava a reação que houve?
Não, nem torço por isso. Mas acho que é o sentimento que existe hoje no Brasil. Não em relação à própria presidente em especial, mas a tudo que vem acontecendo no governo. Acho que a realidade é que temos hoje uma presidente sitiada, só pode aparecer em público muito protegida. E aí, usa e abusa de instrumentos de Estado para fazer o seu proselitismo político, como aconteceu mais uma vez essa semana, em mais uma convocação de mais uma cadeia de radio e televisão.
Sobre manifestações nas ruas.
Tenho dito sempre que as manifestações têm de ser não só permitidas, mas respeitadas. E as nossas forças de segurança devem garanti-las. A violência que assistimos de novo hoje, depredação do patrimônio, isso tem de ser contido. O que percebi é que é um número muito menos expressivo do que assistimos algum tempo atrás. Acho que as forças de segurança têm que conter e conter mesmo aqueles que vêm às ruas para depredar patrimônio, para atentar contra a integridade física das pessoas. Isso tem de ser contido. Isso nada tem a ver com manifestação. Ao contrário, o que mais inibe as manifestações são esses atos de violência. As manifestações provavelmente ocorrerão ou continuarão ocorrendo, em que dimensão for, essas têm de ser respeitadas e, repito, protegidas pelas forças de segurança. A violência não. Esta tem de ser contida e contida de forma exemplar.
Sobre decisão tomada pelo Ministério Público do Rio de Janeiro.
É uma decisão da Justiça. O Ministério Público está fazendo a sua parte. O que tenho dito é que a liberdade de imprensa é fundamental. A liberdade de informação é absolutamente natural. Agora, o crime é crime fora e dentro da rede. E cabe à Justiça fazer essa avaliação. Está nas mãos da Justiça.