“Mesmo se obtiver os 180 votos ou 200 votos, como pode uma presidente da República que escancara o Palácio do Planalto a este mercado persa, onde cada voto vale um quinhão de cargos públicos? Com que autoridade esta presidente da República vai retirar o Brasil dessa crise se eventualmente ficar no cargo?”, questionou o presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves, ao condenar a negociação de cargos comandada pela presidente da República em troca de votos contra o pedido de impeachment que tramita na Câmara dos Deputados.
Ao reiterar hoje (05/04) o apoio do PSDB à construção de uma nova agenda para o país, Aécio assegurou o apoio do partido ao impeachment de Dilma Rousseff e considerou irreal e utópica a proposta de convocação de eleições gerais por meio de uma PEC.
“Nesse instante quaisquer dessas medidas criativas e utópicas – porque não têm qualquer relação com a realidade – servem apenas para fragilizar a tese do impeachment. Nós, do PSDB, não somos beneficiários do eventual afastamento da presidente da República. Até porque quem assume nesse caso é o vice-presidente da República. Mas, nesse momento, nós que sempre apostamos na tese de eleições gerais, a partir de uma decisão do TSE, convergimos para o impeachment por uma única razão: a presidente Dilma não tem mais qualquer condição de continuar governando o Brasil”.
Aécio Neves convoca população para no próximo domingo manifestar contra o desgoverno do PT
REPÓRTER
O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves, subiu a tribuna do Senado esta semana para tratar da grave crise política, econômica, social e moral que o país vive. Na ocasião, Aécio Neves convidou todos os brasileiros para participarem em suas cidades, de forma pacífica, das manifestações contra o atual governo que ocorrerão no próximo domingo.
SONORA SENADOR AÉCIO NEVES
“Não vamos aceitar ameaças e tentativas de incendiar a Nação para que a fumaça encubra o que fizeram no Brasil. Domingo o povo brasileiro sairá às ruas, escrevendo uma página definitiva da nossa história, uma página que moldará o destino do Brasil. Somos homens e mulheres de bem. Com os nossos filhos, com as nossas famílias, sairemos em paz para mostrar que este País não perdeu a sua alma e não perdeu a sua esperança. Vamos, amigos e amigas, para as ruas, resgatar a decência e a integridade. Caminharemos unidos contra a corrupção e a mentira, em defesa da Constituição e da democracia.”
REPÓRTER:
De Brasília, Shirley Loiola.
Aécio Neves – Manifestações Populares do dia 13 de março
“Não vamos nos omitir. O PSDB e os demais partidos de oposição convocarão os brasileiros para que possam ir às ruas no próximo dia 13 de março dar um basta definitivo a isso que vem acontecendo no Brasil. A presença dos brasileiros nas ruas certamente pode abreviar o sofrimento de tantos com o desemprego, com o alto endividamento, com a inflação sem controle e, principalmente, com a falta de esperança”, afirmou o presidente do PSDB senador Aécio Neves, nesta terça-feira (01/03), sobre as manifestações populares previstas para ocorrer em todo o país no próximo dia 13.
Durante ato de filiação do senador capixaba Ricardo Ferraço, ao PSDB, em Brasília, o senador afirmou que a indignação é o sentimento que toma conta do brasileiro hoje.
“O sentimento de indignação é absoluto e há hoje uma constatação na sociedade de que, com a presidente Dilma, o Brasil não iniciará um processo de recuperação econômica. Não fomos nós que construímos isso. Foi a presidente que construiu isso, com as mentiras durante a campanha eleitoral, com a falta de limites com que o seu partido agiu nos últimos anos e com os equívocos gravíssimos que cometeu ao longo do seu governo”, disse.
Aécio Neves – Reunião com governadores e prefeitos do PSDB
O presidente do PSDB, senador Aécio Neves concede entrevista coletiva sobre a convocação, feita pela presidente da República, a governadores e prefeitos
Brasília – DF – 24/06/2013
Houve uma convocação pela presidente da República de uma reunião com governadores e prefeitos das capitais que esperamos que tenha um objetivo prático de compreender esse sentimento que emana das ruas do Brasil inteiro por mudanças. Vamos aguardar o pronunciamento da presidente. Conversamos, alguns por telefone, pois não deu tempo de estarem pessoalmente, outros aqui, pessoalmente, sobre algumas sugestões que podemos, inclusive, fazer ao próprio governo federal. De medidas que de alguma forma, pelo menos parcialmente, atendam a essa demanda, seja por melhoria da qualidade da saúde, com aplicação de 10% [da receita da União], conforme previa a Emenda 29, em saúde, o que foi vetado pela presidente da República. Talvez os 10% escalonados para a educação, como prevê o Plano Nacional de Educação, medidas no campo da transparência, como a imediata liberação das informações sobre as viagens internacionais da presidente da República, investigação sobre denúncias de desvios que existem por toda a parte.
Vou me reunir ainda hoje com o presidente do Democratas, senador Agripino, com o presidente do PPS, deputado Roberto Freire, vamos aguardar o pronunciamento da presidente. Esperamos que ela já comece a tomar algumas medidas que dependam do governo federal, como, por exemplo, a desoneração das empresas de saneamento, para que elas possam investir mais em saneamento, como propôs a presidente na própria campanha eleitoral.
Estados e municípios
E estamos fazendo também hoje uma declaração de repúdio muito grande. A discriminação que estados e municípios administrados por partidos da oposição vem recebendo do governo federal com uma crescente dificuldade para liberação, seja de financiamentos ou mesmo transferência direta, de recursos para as áreas da saúde e da educação. É hora de um grande entendimento. É hora sim de uma grande convergência nacional onde cada um faça a sua parte. E não podemos repetir a velha política que levou milhões de pessoas às ruas onde a prática cotidiana era a da transferência das responsabilidades. O governo federal sempre transferindo para governos estaduais as responsabilidades que deveriam ser suas já que é o governo federal que hoje responde por grande parte ou a maior parte da receita tributária no país.
Os governadores do PSDB estarão todos presentes num gesto claro, numa demonstração de compreensão da gravidade deste momento, mas espero que possam ouvir da presidente da República iniciativas que não foram feitas até aqui no campo da transparência, no campo da gestão pública eficiente. Estamos sugerindo, por exemplo, que um gesto importante seria a diminuição drástica do número de ministérios, de cargos comissionados, ações efetivas no campo da economia para inibir o crescimento da inflação e também algumas medidas federativas. A agenda da Federação foi abandonada ao longo das últimas semanas, principalmente pelo governo; renegociação da dívida dos estados; fim da incidência do Pasep sobre prefeituras e estados, que pagam Pasep à União hoje; a inclusão de parcela das contribuições na consolidação dos fundos de participação de estados e municípios.
Há uma agenda muito grande de responsabilidade compartilhada, mas boa parte dessa agenda hoje é de responsabilidade da União e esperamos que a presidente dê respostas pontuais a esses temas. Ao final do dia, voltaremos a falar.
Ouça o áudio:
Aécio Neves fala sobre ida do ministro Mantega ao Senado
O senador deu entrevista após audiência com a presença do ministro da Fazenda, Guido Mantega, na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado.
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